Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

sexta-feira, 24 de março de 2017

Silencio calmo...



Vê-se bem,
e não se ouve,
espalha-se na alma,
e não a faz perder,
brilha sem sobressaltos,
mas marca no bater do coração...

Silencio calmo,
conselheiro para um só sentido,
luz resplandecente para uma só razão...

custcruz

domingo, 19 de março de 2017

Um dia diferente em tantos de enorme felicidade...


Sem a sua companhia não era a mesma coisa,o PAI que foste em vida brilhou muito pelo equilíbrio perfeito das emoções que um dia vocês escolheram juntar.
Por aí,também se rasga agora um raio de uma estrela que continuarei sempre a perseguir,e onde de certo ambos estão muito atentos ao trilho que cada um dos que tanto amam,reconheça nas valorosas lições que deixaram,o sonho que por si podem seguir.
Sim,PAI,hoje é o teu dia,e a minha prenda é não te afastar no pensamento de quem tanto amas-te e continuas a amar,é fazer perceber o quanto fomos uma família que se quis e se quer no destino feliz da eternidade.
BEIJO enorme que vos aconchegue aos dois,ABRAÇO poderoso que simbolize a garra e a pujança com que me ensinas-te a viver a vida.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Inteligente de mais para ir para o céu...

Vive-se num  permanente processo evolutivo,e não há tempo para descontinuar o instinto da mente,se há luz de uma conquista se opõe uma outra dificuldade,é a sua própria razão que impulsiona a procura de um final que nunca o é,pois insaciável pela verdade que o assiste,só tolera para viver com os pés em terra,mas nunca para hipotecar a sua consciência.
O arrepio controla-se,mas como espaço refletivo para prosseguir num orgulho que por mais que o esconda,é o segredo para abraçar uma diferença que espanta,que convence e desafia quem não a aceita,e por isso não reflete o eco imediatista de uma conclusão que se imponha com a naturalidade das coisas.
O sonho centra-se quase sempre em encontrar o porquê e o que o justifique,mas quando o artificialismo se interpõe numa perfeição inconsequente,a revolta toma conta do seu mundo,porque por tão pouco,não se evolui em direção a um horizonte justo e convincente para com quem honra a verdade.
Contrariado e moribundo,mesmo que a fé se dissipe,é impensável que a derrota se imponha,e assim de olhos fixos no "corvo negro",segue-se-lhe o rasto numa derradeira investida,que não tem nada que saber,mas tem tudo com que quem o pensa,mas o pode perder sem apelo nem agravo.
Cismá-lo já é um pecado,deixar de profetizar a palavra de Deus é a maior cedência para com quem sempre viveu nesse desafio,porque por ser inteligente nunca lhe fez motivar a alma,ainda que esse extremo seja mais do que uma incógnita na certificação do bem que se deseja.
Restará também sempre uma fé,que se não se precipitar através da religião.o possa salvar com o que se é capaz,mesmo até que se perca o céu...

custcruz

quarta-feira, 15 de março de 2017

Este não aprendeu isto na Universidade de Bolonha...


Pierluigi Collina
Árbitro
Pierluigi Collina é um ex-árbitro italiano de futebol. Atualmente, é dirigente arbitral, inscrito na seção Associação Italiana de Árbitros de Viareggio. Wikipédia
Nascimento13 de fevereiro de 1960 (57 anos), Bolonha, Itália
Altura1,88 m
EducaçãoUniversidade de Bolonha (1984)

Os competentes marcam sempre a diferença,pois afinal seria fácil solucionar "o imbróglio",admoestava o jogador prevaricador,e colocava o jogador no minimo sob a ameaça da expulsão,o jogo poderia ficar desequilibrado numericamente, e o problema era só mesmo do causador,fácil... Ou seja,agindo o árbitro sem qualquer tipo de tolerância e risco de empreendedorismo moral,passava-se à frente,e não se semeava qualquer oportunidade de remissão momentânea.
O ser humano também se arrepende,ou melhor,até tem a oportunidade de o fazer,e só quem é inteligente emocionalmente,e corajoso na imposição pedagógica,consegue que quem está a falhar coloque "o rabo entre as pernas", e aceite continuar no "jogo da vida e do futebol",mediante as regras mais equilibradas. Digo mais,é com esta aproximação emocional que muitas vezes se ganham os melhores amigos,porque este não alinhou em colocar ninguém de fora,ainda que os apelos interessados do adversário sejam mais que muitos. Como o ser humano também tem a faculdade de reconhecer,se não for prepotente e burro ,claro está,vai de certo agradecer o tipo de liderança firme e amiga de quem como digo não o exclui à primeira. É...sei bem do que estou a falar,e sabem que mais,estou-me bem nas tintas para os pedagogos da treta,e que hoje por aí aparecem no espetáculo de lançamento de "obras escritas",pois para defenderem e excluírem a provável violência,tornam-se retilíneos na analise das emoções,e assim,nem reparam,nem dão importância ao sinal de condescendência momentânea,que resulta num equilíbrio capaz,em detrimento de uma revolta precipitada e inconsciente. 
 custcruz

terça-feira, 14 de março de 2017

Divagando com a lua...olvidando com o sol...



Entre a lua e o sol,
entre a tristeza e a vontade de voltar a sorrir,
entre a revolta e o silencio calmo,
escondido no sonho,
mas inconformado com o destino previsível...

Imaginando sorrisos cínicos e prepotentes,
num reboliço de almas incapazes de se encontrarem por perdidas nas mentiras que as semeou...

Só a incógnita tem a solução,
só o ódio se apronta no horizonte,
enquanto a vida não responde,
resta a esperança de que nada seja como tal...

O medo já não existe,
e o sentido da vida enfraquece,
o sol ainda nasce,
ainda que a sombra rodeie os seus brilhos..
custcruz

segunda-feira, 13 de março de 2017

O teorema de Pitágoras verde e branco...

Já se sabia,e se sabe que não é fácil de gerir dois objetivos de Manutenção,com os juniores a tentarem reforçar o seu futuro e o do Clube.

Assim,dentro deste desafio final,se por um lado os sub 19 vão controlando os seus sonhos,já nos seniores,quem impulsiona a vontade pelo êxito em conjugação de esforços,depara-se com desajustamentos tão aceitáveis quanto previsíveis e indesejados..

Nos que entram,porque por exemplo jogaram no dia anterior,e nos que estão,porque também o nível de exigência competitiva é extrema,e concretizada em movimentos menos articulados,onde até "ventanias de toda a especie" podem complicar...

Para os mais novos(salvo seja...),nem tudo começou da melhor maneira,mas com o decorrer do tempo,brilhou o coletivo,e os golos não demoraram para marcar a diferença,acabando mesmo "o filme deste jogo" em apoteose,com o Guarda-Redes João Tiago,a subir no terreno para a marcação de um livre,e com a mestria de um predestinado,não se rogou no assinar da chapa 4 com que se "presenteou" o Oeiras.
Foto Ana Maria Pinto da Costa
No Domingo,e depois da vitória com o Alcanena,prolongou-se o tal sonho,e num jogo disputado com uma "ventosa enervante",os de V. Cernache,até levaram a bola a roçar os postes,mas em jeito de "quem não mata morre",foi o Toca a mandar calar o people(como ele tanto gosta !!!),com um estoiro cá de fora,e a fazer o 1-0 antes do intervalo...
Já na segunda parte,a vantagem no 2-0 acabou mesmo por surgir em jogada de bom entendimento,mas o pior mesmo foi depois,o 2-1 surgiu "por acidente" para os anfitriões,e a Naval não soube lidar com a pressão,caindo num desconsolo que os derrotou por expressivos 2-4.
Foto Ana Maria Pinto da Costa
A luta continua,e se a uns se espera que mais facilmente permaneçam nos Nacionais,a outros,se apela a que o orgulho com que têm brindado os Navalistas neste final de época, se mantenha na atitude e na vontade de elevar a Naval à honra com que merece ser respeitada.
custcruz

domingo, 12 de março de 2017

Porque tanto por aí se fala em "homens de causas"...



Um homem de causas não se inventa,
ergue-se por ele próprio,
nunca envelhece pela mensagem,
mas apenas sai de cena e perdura na lição,
não ajuda a promover os seus,
e apenas os motiva a segui-lo,
luta com as armas oriundas da sua consciência,
e não se perde no vazio da hipocrisia...
Sabe,
porque sabe mesmo o que sente,
mas não privilegia o polimento do seu brilho,
não se ilude com vitórias absolutas,
mas rejubila com as conquistas capazes,
não ama com três letras,
mas com o alcance com que estas se façam perceber...

custcruz

sábado, 11 de março de 2017

Não,não vou desistir...

              


Por vezes somos levados a pensar que os raciocínios se repetem,que as nossas convicções são tão poderosas porque a essência do nosso ser está comprovado em piques certificados naquilo que ainda não nos escapou,que dominamos,e nos fazem repetir conquistas desenhadas em certezas pragmatizadas,e ás quais o instinto por nunca se dever menosprezar,se associa mais ou menos inseguro,na perspetiva de não perder o folgo entre o fascínio da vaidade,e a vontade de voltar a vencer.
Olhar "as imagens" com espirito aberto,é ir na procura de uma realidade que não defina só o que se vê,mas fundamentalmente o que se esconde,e que assume a exposição mais próxima de uma verdade,que poderá ser decisiva na entrega "do Troféu" que premiará o vencedor.
A confiança cega nos nossos olhos,ilude-nos mais do que aquilo que a mente nos proporciona,e se o sonho não tiver pernas para andar,a queda é certa,e a derrota será escrita por nós próprios.


custcruz

terça-feira, 7 de março de 2017

Vale o que vale...Naval 1º de Maio em Seniores pode vir a não descer aos distritais...

Em seniores,a Naval 1º de Maio fez rolar a bola há muito,a época começou,e de lá para cá passaram-se meses a fio,e o certo é,que por força do sistema competitivo hoje em dia adaptado á competição do Campeonato de Portugal,não se esgotam facilmente as oportunidades de salvação,até para uma equipa que só agora conheceu o sabor doce da vitória. 
Assim,subalternizados outros objetivos justificados,a opção passou por reduzir os condicionamentos mentais,dando azo ao aproveitamento possível de uma reta final,onde a honra de cada interveniente,aliada à vontade férrea de quem se dedica ao serviço deste clube,faz corporizar como que um ultimo instinto de ambição na procura daquilo que pode parecer impossível,mas quem sabe,não será mais do que uma outra história,que se somará a outras tantas que fazem orgulhar quem é Navalista de alma e coração. 
Acreditar é preciso,e nem as crónicas jornalisticas que mais não são do que opiniões aceitáveis pela experiencia capaz de quem as descreve,poderão ser handicap para se deixar de confiar,pois mais do que a sorte que se teve neste jogo,talvez na surpresa,se tenham esquecido de duas ou três oportunidades por parte dos Navalistas,que matariam o jogo,e isto já no segundo tempo,e que poderiam ter desenhado um resultado,ainda que injusto,por um desnivelamento competitivo de 2-0,a favor dos da Figueira da Foz. 
Hoje,vou de todo alicerçar uma crónica fundamentada mais nas incidências proporcionadas pela mente,e menos "pelas dos pés",porque quem lá andou dentro,sabe como ninguém as diferenças de níveis emocionais que se precipitam em cada altura da época,e assim,é pertinente rebater,e volto a referir,ainda que respeitando,a tendencia para os impulsos convencionais,e sem fugir à verdade dos factos,de que se o Alcanenense deve a si próprio alguma falta de acerto na concretização,também não foram tantas as vezes aquelas que o podem ou devem transportar para o protagonismo do azarado. Prefiro,não por tendencia pragmatizada,mas por impulso natural de quem ama o futebol,e lhe privilegia o tal instinto capaz de se interpor à lógica de um qualquer favoritismo,elogiar e enaltecer mesmo,aquela sequencia de dois lances,onde o central Jourdan,comete um primeiro erro na tentativa de desarme a um adversário,abordando o desafio individual de forma desequilibrada,e por instabilidade emocional,mas num rasgo de talento e atitude extraordinária,recupera terreno,e intervem no ultimo instante,em que a finalização contrária conferiria estragos definitivos para a sua equipa. 
Ele conseguiu,e com isso receberia enormes aplausos,se aquele palco estivesse repleto á sua volta,e mais do que isso,provou mais uma vez a si próprio,o quanto é um bom jogador,na razão direta com que venceu o confronto com o de Alcanena,mesmo depois de como já o disse,de quase o ter perdido. 
Quanto ao Guardião,Tiago Colaço,que veste de verde há pouco tempo,e tem no Igor um valoroso concorrente para a posição,provou o porquê,mostrando uma serenidade tão "gélida" quanto ativa em cada lance,aliado a primores técnicos que de certo lhe rasgarão horizontes na carreira, que acredito sonha no futebol. 
Abriu o livro,logo no inicio da partida,segurando em voo e com uma defesa espetacular,um golo certo do adversário,que só não o foi,porque ele estava lá para isso.como aliás esteve durante todo o confronto,em que "soltou as armas de um guerreiro",onde até nem faltaram "nas costas da equipa",as palavras gesticuladas para com os seus colegas,quer na correção ou marcação pertinente dos adversários,ou mesmo na motivação coletiva do grupo.
Porque ele defendeu para "uma casa de família",a Naval teve sorte? Muito mais do que sorte,é o Bernardo e o Toca,já não terem medo de serem felizes,e apesar de ainda também serem juniores,revelarem de uma forma convincente a atitude tática e individual,que Marinho Serpa,lhes terá exigido,não dando veleidades aos adversários,e com isso,ajudando a controlar o caudal ofensivo contrário,e que muito por eles até nem foi nada do outro mundo. 
A primeira parte,claramente nos trazia uma Naval ainda que motivada,a fazer uso de um rigor privilegiado na defesa de espaços no primeiro e segundo terço do terreno,e ao invés,não conseguindo materializar as ligações com o ultimo terço.
O jogo era insuficiente em termos ofensivos,e ameaçava "uma resistência" bem conseguida,e comandada por Sérgio Grilo,que tanta vontade mostrava em avançar na procura do sonho,mas não podia,para beneficio de tudo o que ganhava no ar,o que tentava impulsionar na construção,e fechar a sete chaves em caminhos para a sua baliza. "Sentia-se" o apoio do Patego,que não virava a cara à luta,e se esgotava em coberturas defensivas,mas dali para a frente,não se pode dizer que o Flavio e o Rodrigo,ou o Gabriel e o João Silva,não lutassem nos propósitos que mais convinha em termos de atitude,mas o certo era,que Samba,andava desamparado,por a equipa não revelar atrevimentos,nem tranquilidade na progressão para a baliza contrária. 
Veio o segundo tempo,e Marinho Serpa,lançou "as trutas",esperando que "a pescaria",com Maltteo e Yakan,fosse o mais dinâmica possível,para dar uma outra dimensão ao ataque Figueirense. 
E olha se foi,só não viu quem não quis,o jogador que é Yakan,estrondoso no pique,predestinado na atitude em profundidade,moldado na capacidade de choque, e criativo no um para um,conseguiu em conjunto com o Matteo,de características ambiciosas e limadas tecnicamente,criar a ligação que faltava entre sectores,e tornar mais agressivo e intencional o futebol verde e branco.
Com esta impulsão ofensiva,toda a equipa ganhou,e claro,o "cota" Sérgio Grilo,que ainda bem que foi certificado em tempo de formação na linha avançada,e que agora por força do seu espirito regrado ao longo da vida,quer der dentro,quer fora do campo,até brilha em jeito de "Luisão",atreveu-se como só ele sabe,a mandar aquele estoiro cá de fora,dando a vantagem à sua equipa,e que se haveria de manter até final,também com a ajuda derradeira de Xavier. 
O Naval / Alcanena,tem um resultado ajustado,e mesmo que o empate não escandalizá-se ninguém,venceu quem marcou,não sofreu quem o não deixou,não venceu,quem não controlou as suas emoções,e por isso,meus caros,foi melhor quem o conseguiu. 
A bola ao poste do Alcanena? 
Olhem,da próxima vez tirem-no de lá,e assim a bola já nem entra nem vai ao lado... 
Bom,3 pontos já cá cantam,e para continuar,e conseguir o pressuposto milagre,prefiro que os jogadores,equipa técnica,e dirigentes,continuem como aqui o fizeram,acreditando no que existe,e investindo no que são capazes,porque de milagres está o mundo a precisar em muito,mas não creio que tenha ajustamento em jogos de Futebol. 
A arbitragem,esteve bem,e como saliência para essa evidencia,não digo nem mais uma palavra.
custcruz


domingo, 5 de março de 2017

Naval 1 Alcanena 0...Não me acordem que estou a sonhar...ou não!!


Eu estou-te a ver...Naval...eu estou-te a ver Alma grande,

vês...eu não sonho só,também tenho razão no que sinto,escrevo e penso...

A Naval venceu(1-0) em Seniores,e o Alcanena saiu do Bento Pessoa vergado ao peso de uma derrota,que talvez para si seja humilhante,por vinda de quem ainda não tinha vencido a ninguém para o campeonato,mas ao invés,não o será tanto,porque aquele golo do Sergio Grilo,representou o crer e a raiva de voltar erguer a quarta coletividade mais antiga de Portugal,e de a fazer respirar em pleno para uma corrida que começou mal,mas pode acabar bem...
Basta,e sei que não é fácil nesta altura da época,unir esforços e arrepios profundos,de quem tem que ser a melhor escolha entre o disponível,por não terem só o conhecimento de quais são as letras com que se escreve a palavra ACREDITAR,mas sobretudo perceber,e fazer sentir aquele friozinho na coluna,ou aquele embalar do coração,que controlado pela dimensão emocional,catapulta os melhores para os picos de sucesso...
Gostei,olha se gostei,e devo ter tanto para dizer sobre este jogão,onde ficou provado que "naquela casinha" onde outrora extravasaram enormes e prestigiantes emoções ,ainda há quem lute para não desistir de lhe dar outra dimensão,que "nos bravos" que vestem e transportam ao peito o distintivo da "Velha Senhora",ainda há quem "desfaça a escuridão" e "rasgue espaços para novos raios de sol",que entre os tais disponíveis,ainda há talento de sobra para orientar um trilho que esteja à altura da Naval 1º de Maio da Figueira da Foz.
Estou feliz,porque sonhei um desidrato para este jogo,e agora que se concretizou,estou ansioso para voltar a fazê-lo ,pegar no que vi,e voar para uma próxima investida,e quem sabe,eu tenha a razão total das explanações teóricas que volta volta e meia por aqui espalho,assim como que numa magia que só toca quem se expõe ao desafio,e nunca abdica de viver cada minuto de vida,sem depreciar os segundos que os constituem. Vamos Naval,um dia também se sonhou ver o Estadio Bento Pessoa a abarrotar,e viu-se,agora vamos todos repetir a vontade de lhe ver "a relva crescer",verde e bem verde,plana e bem plana,carregada dos odores que poderão completar tantos,mas tantos talentos que já temos por cá,e até de outros que possam juntar-se a uma força muito maior do que a daqueles que já nos fazem a sepultura.
Naval,de sempre,e para sempre...
custcruz

quinta-feira, 2 de março de 2017

Há...não vos tinha dito...eu também sou do Praia da Leirosa...



Sem ser da Leirosa,nunca o posso no entanto de o deixar de ser,porque foi ali que muitas vezes procurei encontrar talentos inatos para completarem os meus sonhos.

Primeiro deslocava-me de bicicleta,e muito mais tarde de carro,planeava um passeio,sentava-me por ali "à sucapa" de olhares concorrentes,e não demorava a colar-me aos dribles e posturas rebeldes daqueles putos que comunicavam num EPA...EPA...que grandes golos,que grandes defesas,que grandes jogatanas naqueles finais de tardes de sábado,e que me davam atletas para levar para a Naval 1º de Maio - Futebol de Formação,para o GD Buarcos,e mais tarde também para o Grupo Desportivo Cova-Gala.
Não.não era só quando se realizavam lá jogos oficiais,mas principalmente quando eles combinavam "um joguinho" mesmo sem árbitros e tudo,num perfeito jogo tipo futebol de rua,e onde a amizade era forte,mas a vontade de ganhar ainda era maior.
Quando as equipas somavam menos presenças,era no campo de futebol de cinco ali bem ao lado,que os ecos dos "artistas da bola" se espalhavam por um recinto que até tinha um muro e tudo para eu abancar nesta "caça aos talentos".
Porque soube,que o campo de futebol do Clube Recreativo da Leirosa,caminha a passos largos para finalmente ser digno para com quem muito o merece,não sei reagir de outra forma que não seja o de expandir o meu entusiasmo,pelos sonhos que também ali vivi,e mais do que isso,pelo sentido de justiça que aqui foco na alusão aos jovens,e não só,que agora vão beneficiar desta prenda tardia,mas que nos faz a todos felizes,e ansiosos para que o verde conquiste este "palco dos sonhos",e faça brilhar todos os olhos de quem ama verdadeiramente o Futebol com a essência que o criou.
Viva o Clube Recreativo da Praia da Leirosa,viva o "Futebol Rebelde",que o seu futebol continue a fazer brilhar muitas das equipas do nosso Concelho,e até dos Concelhos vizinhos,que a felicidade continue a emoldurar a sua história,pois vocês são um orgulho para a Figueira da Foz.


custcruz