Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

sábado, 30 de abril de 2016

Até ao lavar dos cestos é vindima...


Emocionante e galvanizador da paixão pelo Futebol,é ter um campeonato disputado até ao fim,e ainda que por entre polémicas algumas justificadas e outras nem tanto,o certo também não deixa de o ser,que já fazia falta a futebol Português um clima emocional com uma intensidade tal,que fazendo soar as estopinhas da incerteza,vai também fazendo retomar os virtuosismos de um amor,que não tem classes sociais,nem credos,e à qual a sua essência de vida se fez brotar da imprevisibilidade de disputas e cenários tão puros,como aquele que agora se espera continue a colocar frente a frente,com as duas melhores equipas portuguesas da atualidade.

E ainda que,"os aproveitadores" continuem a abundar e a tentar semear "as complexidades" limitativas da verdade desportiva,que a festa vá mesmo até ao fim,e já com a certeza consumada,de que só estes dois grandes clubes merecem as coroas representativas do melhor que a época 2015/2016 nos reservou,que vença o mais capaz,reconhecendo-se no entanto os méritos inegáveis com que um vencerá,e o outro só falhará num ultimo degrau não transposto pela diferença minima de um impulso,que só poderá elevar um só Campeão.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Um Atlético Madrid / Bayern só para descontrarir...





Uma tarte de nata,um descafeinado,e um jogo da Champions para espevitar emoções que apagassem nem que fosse por alguns momentos,as agruras de uma vida que me transtorna a vontade de respirar fundo,e partir para outras batalhas onde a vida se joga também para um troféu,com contornos e brilhos moldados e conquistados por uma atitude que crie respostas que continuem a justificar o porquê de ter muitos amigos,em paralelismo com umas bestas que desenham a minha queda,mas nem sonham que eu até sei voar.

Que jogo viciante este entre o Atlético de Madrid e o Bayern,onde o espetáculo se decifrou em cada momento,com duas equipas diferentes nas filosofias estratégicas,mas muito consistentes nos seus propósitos.
Impressionante o nível motivacional dos madrilenos,que lhe permitiu solidificar uma ligação entre setores,entre dobras e posicionamentos quase intransponíveis para a equipa germânica.
Deixando-nos levar pela primeira parte,foi lindo o momento cintilante de Saul Ñiguez,meu Deus,que hino ao futebol aquele pegar de bola,que alicerçado numa tranquilidade emocional distinta,o fez progredir entre adversários,com preciosismos técnicos de eleição,e com os quais criou o fuzilamento sem espinhas das redes do todo poderoso Bayern.
Depois,os germânicos responderam,pegando no jogo e manietando na circulação de bola,ameaçavam por força do seu querer,e da qualidade dos seus jogadores,mas o certo era mais que evidente,que os pupilos do impagável motivador Simioni,eram barreira que a pouco e pouco se deixou de retrair como o fez a seguir ao golo,e passou não só a defender a vantagem no 2º e 3º terços defensivos(muito mais longe da sua baliza),como a partir daí lançava no ar a ideia do que com a sua predisposição de absoluta tranquilidade,podia matar o jogo,com os alemães "a mostrarem-se mais",e os espanhóis a conseguirem-no "com menos".
Pois que o diga o Torres,que depois de uma excelente recuperação e tranposição,executou um exímio remate colocado no poste direito da baliza adversária,fazendo de todo estremecer "o Vicente Calderon".
Ainda e que apesar disso,já os alemães e em abono do rigor,bem ao seu estilo,e com um remate cá do meio da rua ,também iam "partindo a barra em duas partes".
Ficou uma eliminatória como muitos arrepios ainda por viver,destacou-se um treinador que de há três anos para cá tem colocado o Atlético ao nível dos melhores,e que afinal até perdendo com o Benfica esta época,não se conforma,e mais do que isso,quer ser melhor que o tal e todo poderoso Bayern. 
Agora tu,Saul Ñiguez,até me fizeste saltar da cadeira,que obra de arte o golo com que marcaste a diferença neste jogo,olha só não tirei o chapéu,por isso mesmo,porque não uso,se não...
O Árbitro?
Estava lá?
Nem dei por ele...

segunda-feira, 25 de abril de 2016

42 anos depois...por onde andam os ideais de Abril ?


Quantos destes já têm sucessores á sua altura no contexto pseudo democrático atual,e até quem ultrapasse as expectativas com performances de um cinismo doentio,e até muito mais perigoso para o minimo equilíbrio das sociedades?
Quantas frases como estas são "o pão de cada dia" de uma prática idealizada enquanto igualdade de direitos e oportunidades,mas mais não se manifestam na essência,do que na materialização do interesse restrito,do favor pessoal,e do objetivo de conveniência pura? 
Quer ser meu assessor?
Precisamos monitorar os passos de alguém...
O que são e deveriam ser assessores?
Aqueles que passam horas de volta dos computadores a esmiuçar a vida de cada um,e na procura de uma qualquer debilidade com intuitos de controlo de situações de perfeita corrupção,ou na ausência de resultados dessa deprimente pesquisa,manipulando tecnologias em favor da difamação gratuita,criação de imagens deturpadas,elaboração de esquemas de opressão da palavra e do pensamento,num todo,e para o qual seria preciso uma enorme explanação textual,para desmascarar o que a própria justiça cada vez mais revela dificuldade(salvo e expressão...),em punir como seria obrigatório,como reflexo normal da tal prática democrática conquistada com os valores de Abril de 1974?
Temos de contratar este cara...
Mas como,e porquê ?
Porque é competente em alguma matéria,que domina em pressupostos de justiça social,ou pelo contrário os contraria em manipulações de perfeito artificialismo emocional,e que obtém resultados soberbos para quem os pode compensar numa compra de silêncio,onde a consciência se apague,e dê lugar a uma sincronia de gestos e atitudes calculados por um só mentor?
Ele é que pensa que ganha de mim...
Mas ganha como?
Ignorando a humildade e o sentido democrático,e mantendo a sua obsessão numa diretiva que a maioria não compreende,não aceita,mas tem medo de se manifestar por pressões que colocam os seus empregos e vidas em risco?
E uma  palestra,ele divide em duas vezes?
Olha,olha,até em três ou quatro,e para isso basta que o penacho não falhe na escada da ascensão política,que de eleito se passe a deputado,que de deputado se lidere qualquer mais valia administrativa,o que simplificando,possa traduzir uma reforma de saco azul,ou da cor que melhor convier à situação de momento.
Ele é mesmo um Génio...
Muito bom mesmo...
Ele é o cara...
Eu não disse que o Brasil chegava lá?
Caramba,mas eu estava a falar de Portugal,e não do Brasil,pronto ficamos por aqui,porque se calhar por cá não se passa nada disto.
Ou sim,e só uma Revolução sem cravos nos poderá salvar,por isso meus amigos,vamos lá começar a escolher a flor mais conveniente para sermos o exemplo do costume para o mundo...
E se possível outra vez no dia 25 de Abril...

25 de Abril sempre e para sempre!!!!
O dia da Liberdade...
Bem,vale mais ter 24 horas,que não ter nenhuma...



Todo o "Campeão" precisa de uma estrela que o ilumine...


Para mim,que "vou estando de regresso" ao futebol,foi com muito agrado que vi um candidato ao Título defrontar um sonhador da Europa,e constatar o como mesmo que as estatísticas desequilibrem favoritismos,uma e outra com estratégias distintas,podem sempre fazer jus a um espetáculo de futebol de qualidade,e onde nem sempre quem mais ataca,até será o vencedor. 
O Rio Ave de Pedro Martins,bateu-se muito bem,pela personalidade emocional que também desta feita exibiu dentro do retângulo de jogo, justificando de todo o lugar que ocupa na tabela classificativa,sabendo fechar linhas para a sua baliza,e calcando com artifícios bem pensados,as diagonais precisas na procura de uma surpresa também ela tão sonhada muito para além do Estádio dos Arcos em Vila do Conde. 
O empate,foi pairando ao longo do jogo,mas diga-se em abono da verdade,que o Benfica se tentava esticar para que esse infortúnio não acontecesse,encontrando um Rio Ave muito bem organizado,teve dois tempos de jogo para marcar a diferença,logo no inicio que sabe-se lá tenha sido por causa do comunicador do árbitro avariado,que talvez tenha cortado ímpetos aos verdes do norte,e que entrando encolhidos em demasia,se expuseram a oportunidades que águia "não soube sobrevoar".
Depois,foi de novo no recomeço da segunda parte, que os benfiquistas e com remates frouxos e em situações de concretização fácil,"preferiram" treinar o Guarda-redes Cássio,e voltar a deixar crescer as expectativas para um final onde quem soubesse,até pende-se para os Vilacondenses,por alguma ação de contra-pé direcionada por Heldon(que me encheu as medidas...),e onde Fejsa,que me maravilhou como recuperador e distribuidor de jogo,eventualmente até se distraísse um pouco que fosse,e não justificasse os tais 60 milhões de um Renato Sanches,que sinceramente,cada vez menos compreendo no seu cálculo,e até ao lado deste protagonista que só tenho pena não ser Português. Pois é,mas não,acabou por ser a estrelinha de um eventual Campeão,a marcar pontos que agora sim,se afiguram decisivos para a equipa de Rui Vitória,que a conseguiu por entre um alivio mal calculado,e uma concretização de um "anjo salvador"(R.Jiménez),que ultimamente não deixa créditos por mãos alheias.
 Enfim,como comecei,assim acabo,e sem qualquer ironia intencional,reafirmo que, todo "o Campeão" precisa de uma estrela que o ilumine... 

 Custcruz

domingo, 24 de abril de 2016

sábado, 23 de abril de 2016

Se não és maluco...para lá caminhas...


                                                              Foto: Edu Oliveira / Arte ZH

Limites são sedução de jogo de emoções,
o atrevimento entre o querer e o beijar a face mínima da vida,
o desafiar e o poder saber parar,
o expor-se a um atrevimento de glória,
sem que impiedoso o fim se precípite...

Viver é continuar a sonhar,
morrer é o tudo ou o nada que falta saber...

Arriscas?

custcruz

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Porque hoje é sexta e amanhã é sábado...há...e depois é domingo...




Unam-se,
conciliem as emoções,
esqueçam o ontem,
e nem sequer pensem no amanhã...

Sejam loucos por momentos,
naquilo que vida nem sempre vos deixa ser,
desfrutem e sejam felizes,
pois um fim de semana é isso mesmo,
o fim de algo,
e o princípio de um êxtase final...

Aproveitem,
a vida é curta,
e as boas memórias são quem alonga o estado de graça...

Custcruz

quinta-feira, 21 de abril de 2016

O segredo dos vencedores...




E que conclusão se pode retirar da atitude empírica com que um ser pode surpreender um outro,ou outros,sem que de alguma forma o conhecimento académico possa ter interferido na ação provocada,ou melhor,no resultado obtido? 


Se o maior segredo do ser humano estiver por perto,jamais este se sentirá diminuído na essência adquirida à custa do que o rodeou para aqui chegar,e ao contrário,sentirá a mais valia do arrepio enquanto desafio que a mente desbravou em quem a entendeu,e mais ainda,a catapultou válida para um final feliz.

Não são "os grandes pensamentos" que dão esperança à vida,mas sim os que por parecerem tão pouco,o são muito mais motivantes para quem "perdido" já só está no instinto.

É no extremo das dificuldades que a ciência avança,e se a falta de humildade obstruir a caminhada,a diferença não se processa,e dos livros só se passa a colecionar o mofo.

O atrevimento pode ser milagroso,mas sob que plano?

O físico?

Pois...fique-se por aqui...e aproveite-se para refletir...


custcruz

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Lágrimas livres,em momentos inesperados...


Quando as saudades apertam, a alma solta-se e tenta um regresso àquilo que não nos volta a dar tudo, mas nos aproxima do que valeu a pena...
Custcruz

terça-feira, 19 de abril de 2016

Desafiar a vida,fazendo brilhar o que somos...





É o incrível que mais se aproxima do sonho,é o pesadelo que contrasta num extremo que não se deseja,quando ao final se chega e as estrelas se espalham em brilhos sorridentes,é a luz da vida que se mantem para quem lhe aceita o desafio,vencendo com a subtileza do coração,e seguindo o verdadeiro trilho da alma...

Custcruz

segunda-feira, 18 de abril de 2016

O Rui Vitória,a mente e o Futebol..


RUI VITÓRIA: «NÃO ESTAMOS CANSADOS»

Pois não Rui,é que nem se notou nada...mas olha...a vida sempre nos há-de dar chance de crescermos,e no futebol também...claro...é só a minha opinião...pois nunca perante uma evidência se deve repisar uma verdade...é que esta interioriza-se no subconsciente dos atletas...e sabes...(pois não sabes)...ela pesa mesmo,e muito mais ainda dentro das quatro linhas.
Muitas vezes vale mais ignorar temas de forma estratégica,e tu Ruizito,não resistis-te...e repisaste na tal evidencia...de forma imprudente e pouco...enfim...inteligente...

E sabes que mais...estás a lembrar-te daquele lance do Setúbal no último minuto?
Imagina...se é preciso imaginar muito...que "o nabo" do sadino tem feito o que tudo apontava como certo...
Como estaria agora o teu astral e dos adeptos ?
O que irias dizer na conferência de imprensa?
Quem sou eu para te dizer isto?
Boa pergunta Ruizito...
Desculpa lá,eu sou um treinadorzito de paixões,e tu disso,percebes tanto como o Jesus...que um dia destes vai dizer que é do Porto desde pequenino...e aceita o "colinho" do Pinto da Costa...
Se mereces-te ganhar hoje?
Sinceramente,e ainda assim,acho que sim,porque enquanto ouve pernas...o Benfica virou o jogo e foi muito melhor...
O pior mesmo...foi depois...
Pronto OK...fica na tua...


domingo, 17 de abril de 2016

Eu chamo-me Custódio Cruz,e tu como te chamas?

SENTIDO DE VIDA...
Notas soltas num vazio sem fim, sonhos perdidos no silêncio da ilusão, alma revolta em batimentos conformados, que nunca o hão-de ser por não me satisfazerem a alma...
Calmo,tranquilo, como em seduções sem tempo, escondido,oculto, como num refúgio definitivo...
Perdido entre o querer e o não querer, achado entre as ondas que não me abandonam, e nem me saciam no que sou, por nunca o querer deixar de ser...
O fim quase todos o vêem. mesmo que o sol teime em me iluminar um caminho, a dor quase todos a sentem, ainda que insensível tome conta de mim, o mundo impávido sorri para o sentido da vida, sem que quem o contrarie não lhe deixe de fazer brilhar o sonho...
É o destino que nos move, e a sua escolha que nos preenche, é a vida que nos desafia, e o atrevimento que nos define no que conseguimos, é o inconformismo que lima a diferença, entre quem vive ou sobrevive...
Custódio Cruz

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Lá foi o senhor Marques Agostinho...


Um mar de gente,
entre doutores,engenheiros,empresários e pedreiros,
ricos,remediados e pobres,
gente comovida e solidária por um só sentimento,
sussurros espalhados em ecos de uma só luz,
a verdade omnipresente na diferença de quem foi fiel a si próprio...

Os gritos de desespero,
e as lágrimas perdidas na incompreensão da vida,
como em outras furtivas por cantos escolhidos,
num pesadelo ao vivo,
e no qual ninguém cria acreditar...

Partiu um grande homem,
foi-se embora um grande senhor,
dissipou-se um bom ser humano,
mas ficou uma enorme lição...

Assim a saibam ler e sentir,
e mais do que isso, 
também compreender...

E quem sabe,
 também uma estrela nos ilumine,
e nos conceda o verdadeiro sentido da vida...

Até sempre,
patrão do povo...

Custcruz

terça-feira, 12 de abril de 2016

Até sempre Senhor Agostinho da Padaria Dionísio...


Tranquilo,sereno,bom ouvinte,homem de silêncios calculados,um ser que veio de baixo e venceu pelos seus próprios meios,que conheceu todas as retóricas de vida,mas soube escolher as suas sem depreciar quem quer que fosse,soube tolerar excessos,soube viver com os contrassensos,interpretar sensibilidades,mas não alinhou no esquecimento das suas raízes,criou muitos amigos,mas que amanhã têm que se misturar,mesmo que uns sejam pobres e outros ricos.
O Senhor Agostinho da Padaria Dionizio,perdeu-se na correria da vida,partiu de forma abrupta para a viagem sem retorno,deixou uma comunidade em estado choque,porque assim sempre acontece quando um sábio deixa de aparecer para precipitar lições,que se escrevem com a experiencia,e no caso,se assinavam com o coração.
Equilíbrios,isso mesmo,equilíbrios humanos,que fizeram unir verdadeiros amigos,entre as labutas da sobrevivência,e a comunhão dos sentimentos,como num alerta para o bem que a vida tem,e que tanto hoje em dia se tende a esquecer...
O Pai do Jorge Humberto,deixa-nos "um livro" infindável de exemplos,com que o mundo dos mais desfavorecidos se pode instruir na procura de trilhos dignos e capazes,mas quem conhece os seus filhos,sabe que eles não são,nem irão ser diferentes do seu progenitor,e por isso,acredito que agora,o Senhor Agostinho,ainda que preocupado com os choques que se soltarão com a sua ausência física,espera e sabe como ninguém,o quanto naquilo que foi um enorme vencedor,jamais deixará de ter sequência pela coragem e perspicácia com que construiu a sua própria equipa,que muito longe de apenas isso,sempre se revelou uma grande família. 
Força agora grande amigo JORGE HUMBERTO,entre o tanto que já tens do teu enorme PAI,acrescenta-lhe a convicção que ele sonhou,para a hora em que tu lhe tivesses que suceder...


Será Amanhã dia 13 de Abril,
pelas 10 horas e 30 minutos,
e na Igreja do Carriço,
que por perto teremos o Senhor Agostinho,
num ultimo adeus,
que de certo nunca chegará para apagar a memória de muito mais do que um bom ser humano.


segunda-feira, 11 de abril de 2016

O Pedro Nuno,o Benfica,o Sporting e a Naval,ou um fim de semana cheio de "bola"...


Tendo como certo,que o meu futuro de vida vai ser em guerra constante,mais devo procurar espaços que me estabeleçam equilíbrios emocionais,onde me afastem por tempos certos de dentro das "quatro linhas da vida",e me proporcionem o aconchego de "uma bancada",onde observe o que me possa preencher a alma,e mais do que isso,me intervale a mente entre o que se deve fazer, e não fazer, para continuar forte perante quem espera no desgaste o golpe costumeiro para sorrir perante uma retórica comportamental,que quase sempre lhes dá a cedência hipócrita.
O certo é, que da minha parte nunca a terão,e será por aí,que concentrarei todas as minhas energias,na esperança de uma resposta determinada,que dilua de todo,qualquer estado de espírito que os favoreça na vantagem,sobre quem nasceu para vencer,mesmo não ganhando nas apostas onde a luta está comprada pela consciência.
Do que estou a falar?
Era o que mais faltava,querem chegar aqui e saber tudo?
Pois,é que se o soubessem,estaria agora e já,a entrar na contradição que mais convinha aos ditos cujos,e que também seria a maior traição aos meus ensejos.
Então,até já...

Falar sobre o Pedro Nuno,aquele "puto" de Buarcos que sonhou marcar um golo ao Benfica,é um exercício difícil,muito difícil mesmo,porque não o conheço bem como jogador,e isto,mais por minha culpa que me afastei das trajetórias da bola,e só agora tento retomar o conhecimento do que pode orgulhar quem gosta da sua terra,e em cada exemplo como o dele,sentir o arrepio de ser Figueirense.
Mas ainda assim,sei o que ouço,que complementado com o que tem feito,lança nas minhas convicções instintivas perspectivas em que o talento sobra proporcionalmente aos desenlaces comportamentais,que tanto o projetam para dentro do palco dos sonhos,como o afastam de forma surpreendente dos projetores sequenciais de quem tem uma estrela no seu horizonte,e não a segue na lógica dos brilhos que o revelam como um predestinado para bola.
Ontem,e no Académica / Benfica,ele voltou a ser escalado nos eleitos para o ataque a um sonho que parece cada vez mais complicado para a equipa da cidade dos estudantes,e como já o fez várias vezes,não deixou os seus créditos por mãos alheias,e enquanto teve pernas,e até porque se não se joga regularmente não se tem ritmo para "os quilómetros" que podia merecer,e mais,fica predisposto á lesão que acabou por acontecer,marcando ainda a tempo um bom golo,que ajudou a ligar uma equipa que começou bem,mas acabou precipitada nos medos que ele não teve,e por isso deu esperança a um desidrato diferente no resultado final.
Registei em cada gesto daquele golo,uma postura que a mim não me engana,e onde as emoções se transcenderam no querer que já o seu Pai Pedro evidenciava,e que mesmo perante desafios extremos,mais incentivado e tranquilo ficava,puxando galões de mestria,que só quem não se precipita nos tais medos,consegue como o fez o Pedro Nuno,controlar a bola a seu belo prazer,e colocar num dos cantos da baliza,a razão porque a "Mancha Negra"rejubilou com o mote com que o Buarqueiro lançou o jogo,e deixou em aberto a conquista de pontos para a tão desejada manutenção da Académica no escalão maior do Futebol Português.
Fica aqui no entanto,um conselho despretensioso para o Pedro Nuno,de que olhe para dentro de si,e se por lá encontrar um instinto de "acomodamento circunstancial",e isto em situações de desmotivação provocada,nunca alinhe no "deixa andar",pois a vida é feita de recomeços,e nada nem ninguém pode impedir a afirmação do que somos capazes...


Um Académica / Benfica,muito interessante sob o ponto de vista competitivo,pois pensava-se que face aos posicionamentos na tabela,e comportamentos recentes,que "as águias voariam facilmente no Calhabé",e assim concretizariam mais um passo em direção ao 35º .
E se o fizeram no objetivo,já não se pode dizer que o desfrutaram em "favas contadas",já que os "estudantes" traziam a lição mais ou menos bem estudada,e assim prometeram ao longo do jogo ameaçar os propósitos Benfiquistas,e não tendo sido a debilidade inesperada de se terem esquecido de trazer "as cábulas emocionais" para o exame,agora poderiam ter uma nota bem melhor do que aquela que acaba por lhes deixar o futuro ainda mais negro do que as próprias "capas" que escolheram...
Sim,capas,em vez de autocarro,pois não bastou unirem-nas em frente à sua própria baliza,com o intuito de escurecerem os instintos e ideias alfacinhas,e nem a espaços mostrarem que têm muito mais valor do que aquele que se traduz na classificação,já que primeiro chegaram à vantagem,e tentaram defendê-la encolhidos,e sem a audácia precisa para o fazerem em terrenos mais adiantados,e onde também se poderiam expor ao contra-pé,e quem sabe,solidificar na antecipação o sonho que os movia...
Depois,conseguiram,e apesar de se terem deixado empatar,levar o resultado nessa condição para a reta final do jogo,não sabendo controlar as emoções,voltaram a cometer o mesmo erro,acantonando-se junto ao Trigueira,que ia defendendo tudo o que podia,mas ao que se ficou a saber,não tinha argumentos sobrenaturais para fazer brilhar o milagre
Quem,o Benfica...olhem,despejou o numero suficiente de bolas sobre a área,e como no jogo aéreo defensivo,vi eu,e de certo não escapou ao Rui Vitória,os conimbricenses tinham tanto para se explorar,que foi por aí que Mitroglou,Raúl Jiménez e companhia,marcaram a diferença precisa,para obterem os objetivos da equipa,e deixarem "os medricas" em maus lençóis,e de resto,e na minha óptica,não vislumbrei desta feita,grande exibição por parte do S.LB.
Siga a dança,e vamos ver se o Rui,ou Jesus,pois que o Peseiro,estou a ver que nem defende a honra do F.C.P.,nem alimenta a vontade que o "cota" Pinto,tenha de lhe renovar contrato...
Chiça...Arouca,Tondela e Paços de Ferreira,e o Dragão a colecioná-las...


E uma vez que o Jesus já não pode gravar o 35º no queixo,tudo tenta fazer para concretizar outras somas,agora de Leão ao peito,defrontou com os "memes" que esta época o têm feito sonhar,um Marítimo,que apesar de tentar a surpresa com uma atitude valorosa,não conseguiu travar um Sporting mais forte,e que não desarma na perseguição ao pretendente do lado de lá da segunda circular.
O Marítimo mostrou-se forte nas transições rápidas,mormente no primeiro tempo,e onde aos 18 minutos,Edgar Costa,não dando sequência a um bom cruzamento,deixou de materializar um "canto de um cisne",que poderia ter feito gelar Alvalade,e que seria diga-se em abono da verdade,corolário da audácia insular em querer discutir um jogo,onde não era favorito,mas não deixava de se poder expor enquanto protagonista de um intuito que desse outra história a favoritismos mais do que aceitáveis.
Veio a segunda parte, e o Leão rugiu ao bom rugir,de forma intensa cercou a baliza maritimista,e foi sem surpresa que Teo Gutiérrez,desferiu um remate muito intencional no efeito,mas que beneficiou de uma "trivela artificializada"no pé de um adversário,e resultou no "golão"que colocou o Sporting na dianteira.
Daqui para a frente,foi esperar pela confirmação,que Salin tudo fazia para adiar,mas William Carvalho e Slimani,haveriam de ajudar a emoldurar em mais uma vitória da persistência,para quem não desiste de ser feliz.
Bom,tudo indica que, até ao lavar dos cestos vai mesmo ser vindima...

Foto Ana Maria Pinto da Costa

Por fim,lá fui até ao Bento Pessoa,onde a esperança e a angustia pareciam caminhar de mãos dadas para a Naval 1º de Maio,alicerçadas em uma vitória chicoteada por arrepios desesperados lá para as bandas de Peniche,e expectantes perante um Caldas que liderava a série, e na certeza não iria facilitar a vida à nau navalista,agora liderada pelo "salvador" Pedro Ilharco.
Este meu segundo jogo da época,em tons de verde,conseguiu mesmo descontrair-me de outras labutas,incentivando-me a descodificar razões que justificassem a aflição competitiva,que faz registar um destino tão incerto para uma formação que tive oportunidade de observar há uns tempos atrás,e em quem lhe desenhei um destino mais consentâneo com mais certezas e estabilidade,na obtenção nem que fosse dos seus objetivos mínimos. 
Desde cedo,aqueles "pormenores"que o parecem ser,mas não o são tão pouco quanto isso,me espevitaram os sentidos,realçados em eximias execuções nas bolas paradas por parte dos verde e brancos,que se afiguravam ser um bom meio para a Naval colher frutos ao longo de uma partida onde o pragmatismo de uma e outra equipa,mais faziam valorizar aquele meio,como forma de atingir os fins.
O segredo Navalista,estava no entanto claramente exposto num nível de motivação individual e coletivo fortíssimos,e seria com a força desse impulso,que o Caldas esbarrava numa equipa muito equilibrada entre o que fazia a atacar e a defender,onde os movimentos eram medidos numa sincronia onde a concentração era exigida como segredo das suas intenções.
Tito Junior e Jardel Nazaré,galgavam os flancos em apoios seguros,e nunca esqueciam as costas com quem quer que fosse,já Parracho e David Valença,tanto solidificavam o meio como "stoperes"dos buliçosos avançados caldenses,como nos cantos subiam bem alto na procura de uma diferença,que como já referi,estava mais fácil de projetar,face aos "pezinhos  milagrosos"de quem recebiam o pedido do sim tão desejado,e que aos 13m,teve em David Valença,a certificação desta realidade,cabeceando inapelavelmente para o primeiro dos Figueirenses,e como que não havendo um sem dois,foi a vez do outro central "se armar em invejoso",e para não ficar a trás do seu companheiro de setor,elevou-se o Parracho,para um 2-0,mais tranquilizador,e capaz de dar a tranquilidade para melhor obter a vitória final.
Mas o Diabo,está sempre atrás da porta,e ao cair do pano do primeiro ato,o intranquilo homem do apito assinala uma grande penalidade contra os verdes,a qual era uma oportunidade de redução no marcador de tal modo frustrante,que poderia trazer perigos de ordem anímica para o segundo tempo,mas eis,que foi a vez de Miguel Valença,o guardião da Naval,mostrar a todos que o grande jogo que estava a fazer,não era fruto do acaso,mas sim daquilo que ela era capaz de mostrar no seu melhor,e assim,defendeu o castigo máximo,executando uma defesa de enorme qualidade.
2-0 ao intervalo,e o Caldas regressava depois saltitante e impetuoso,na vontade de dar a volta,só que,desta feita o protagonista foi a guardião contrário,que em "Guerra" com a Bola,e tentando-a pontapear para a frente.mandou um grande pontapé na atmosfera,deixando passar a bola por baixo das pernas,e fazendo lembrar o saudoso Paulino,que nestas circunstancias e noutras,pois...gritava em bom som,e viva o Leite,e viva o Leite,e como que sentindo esse apelo,e tão balanceado que ia,foi mesmo o Leite,que sentenciou a partida de baliza perfeitamente escancarada...
Daí para a frente,elogie-se o jogadores do caldas que nunca desistiram de tentar,mas não se esqueça "os carregadores de piano"Ricardo Tavares e Fred,que lutaram até à exaustão,sempre tentando servir Junior Mendes,Iduíno e Leite,que deambulavam na frente de ataque como primeira oposição defensiva,e como preferencial opção atacante,nunca parando,e ajudando a ligar setores que não se queriam descoordenados.
Entraram na segunda parte,e em gestão das conquistas já feitas,China e Gomez,como o mesmo espirito de luta dos seus colegas,e em defesa de uma vitória preciosa para o futuro,enquanto o Amadu apenas o fez já perto do final,e por pouco tempo,mas quem sabe como incentivo para no futuro ter a possibilidade de mostrar o valor que até eu lhe reconheço desde os juniores.
Uma verdadeira equipa,foi o que foi,com Mister Ilharco,sempre ativo no banco,incentivando,aconselhando,e liderando na sua primeira vitória desta época, e à frente da prestigiada Associação Naval 1º de Maio da Figueira da Foz.

Foto Ana Maria Pinto da Costa

domingo, 10 de abril de 2016

Estou sem palavras...



custodio nogueira da cruz custodio cruz
Trabalha em conta propria
Frequentou Escola Dr.Joaquim de Carvalho da Figueira da Foz
Vive em Figueira da Foz, Portugal|1 297 933 visualizações

Mas calma,isto passa...

quinta-feira, 7 de abril de 2016

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Desde que foi renovado, 
em 2012, o mercado municipal de Cascais criou 84 novos postos de trabalho...


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Mercados municipais 

ganham nova vida


Os espaços-fantasmas despojados de clientes e de comerciantes começam a ser substituídos por projetos renovados, onde até há lista de espera para conseguir uma banca

Substituídos pelas grandes superfícies e relegados para segundo plano durante décadas, os mercados municipais têm vindo nos últimos três anos a ressurgir das cinzas, multiplicando-se um pouco por todo o país os projetos de recuperação de espaços.
As autarquias começam a perceber o potencial de rentabilidade gerado por este património bem localizado nos centros das cidades e a sua capacidade de revitalização do tecido urbano e da envolvente imobiliária.
Uma mudança de atitude que é aplaudida pelos comerciantes do sector, que esperam, ainda assim, um empenho maior por parte das entidades competentes.
“Queremos colocar os mercados para cima novamente. Estamos fartos de ser o parente mais pobre do comércio”, diz Luísa Carvalho, presidente da Associação dos Comerciantes nos Mercados de Lisboa.
In Jornal Expresso