Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...
"...No dia em que me silenciarem a voz,não me apagarão os gestos,no dia em que me aniquilarem os gestos,nunca farão esquecer os meus sentimentos..." CustCruz

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Robbin Williams e Robert De Niro em "Awakenings - Despertares" de Penny Marshall (1990)



Percebo pouco de cinema,mas acredito que quem o inspira sabe, o quanto os protagonistas certos podem captar as emoções capazes de complementar as imagens sonhadas para a concretização de uma mensagem.Esta foto,é um reflexo tão expressivo quanto sublime,de que a arte nunca poderá só viver de artificialismos,mas sempre será um desafio há maior aproximação daquilo que como digo,só se consegue mesmo vivendo. O mesmo se poderá enunciar de que Robbin Williams e Robert De Niro,se envolveram no despertar brilhante de Penny Marshall,ou ainda como de uma mente se iniciou uma viagem,que só terminou depois de absorvida nos mais ínfimos requisitos das emoções genuínas.
Peço desculpa pela minha ignorância na matéria,mas só sei e sinto,quase tudo o que esta imagem nos oferece na curiosidade do que no meu caso só me falta ver.
Brilhante,
até para quem por aqui anda desprevenido de certificação cultural.