Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Momento mágico...






Depois de uma partida,o regresso,com direito a Taça,e tudo mais...

Olho para os caminhos que já percorri,e cada vez mais os "maus momentos" se diluem na certeza do que de bom me amparou na sorte de ter encontrado seres humanos tão presentes na minha história de vida...

Lembrar cada um destes meninos,é confrontar a memória com as trajetórias que hoje os alicerçam como homens,e neles sentir em cada oportunidade de cruzamento,o sentido de justiça com que raramente sou "premiado" pelos "pavões do futebol".
Ter nos Senhores Tó Valadas e Bento,o apoio para este regresso à Naval,foi a cereja no topo,de um sonho que me fez regressar a casa,e me haveria de ligar mais ainda ao meu clube do coração.
Obrigado a todos,e tenham como certo que jamais vos esquecerei...

CNC

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Jean-Claude Juncker ,recuar para salvar a pele...



Estas figurinhas não têm pejo nem vergonha em trocar de máscara consoante as circunstâncias,quando o desespero está a tomar conta agora de uma maioria alargada,descobrem o quanto os seus roubos não chegam para se sentirem seguros,e aí,nada melhor que copiar a atitude dos humildes,e tentar navegar em terra firme com o perdão,e aqui sim,da humildade inocente de quem é sério e tem valores de tal maneira flexíveis que aceita que o circo continue com os palhaços a darem espetáculo nas horas mais convenientes... 

Pecámos contra a dignidade dos povos, na Grécia e em Portugal
O Presidente da Comissão Europeia fez esta quarta-feira um ‘mea culpa’ por causa das políticas de austeridade seguidas em países como Grécia, Portugal ou Irlanda. O sucessor de Durão Barroso disse ainda que é preciso retirar "as lições da história e não repetir os mesmos erros".
POLÍTICA
Pecámos contra a dignidade dos povos, na Grécia e em Portugal
Reuters
Jean-Claude Juncker assumiu esta quarta-feira que foram cometidos 'excessos' com os pedidos feitas aos países sob auxílio financeiro da troika.
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"Pecámos contra a dignidade dos povos, especialmente na Grécia e em Portugal e muitas vezes na Irlanda", reconheceu Jean-Claude Juncker, numa declaração citada pelo site EuropaPress.
"Eu era presidente do Eurogrupo, e pareço estúpido em dizer isto, mas há que retirar as lições da história e não repetir os mesmos erros", admitiu, fazendo ‘mea culpa’ pelos passos seguidos no ajustamento destes países.
Numa altura em que por causa da eleição do novo Governo grego se fala na possível extinção da ‘organização’ troika, Juncker defendeu que é, de facto, preciso rever o modelo.
"A troika é pouco democrática, falta-lhe legitimidade e devemos revê-la quando chegar o momento", declarou, em Bruxelas, no Comité Económico e Social Europeu, o Presidente da Comissão Europeia.
Apesar de pretender alterar este modelo, considera o responsável europeu que o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia devem manter-se na sua estrutura, sempre que for necessária uma intervenção num país europeu.
Apesar das suas críticas tecidas à troika, Juncker fez questão de referir que as suas declarações "nada devem à necessidade de consolidar no curto, médio e longo prazo as nossas finanças públicas, porque não podemos viver às custas das futuras gerações" nem à "necessidade de empreender reformas estruturais que aumentem o potencial de crescimento da Europa".

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Assunto sério...

Poucos se importam...mas é um pouco de nós que acabou...
Assim vai o mundo,ou não vai...ou melhor...vai caminhando para um fim a que faltará saber quem vai assistir...

Foi-se o Leopardo Nublado,
mas os Burros continuam por aí,
e sendo assim,
tass bem...

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Não concordo...


O amor acontece quando desistimos de ser perfeitos?



Nada mais errado,
a perfeição não existe,
e o amor impulsiona-nos para essa mesma ilusão,
amar é cruzarmo-nos com a quase perfeição dos nossos anseios,
e só acreditando e nunca se desistindo se pode mesmo alimentar esse estado mágico da alma...

Custódio Cruz

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Surpresa!!!


Surpresa,
o sentimento que catapulta a realidade,
vai e volta em uma ilusão,
apaga e acende no que é e não pode ser,
mas cintila forte naquilo que sempre foi...

É uma dança de emoções,

onde o que se pensa nunca tem fim,
e o que se sente não se esconde...
CNC

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O bem e o mal,o breu e a luz...




Mais do que nunca é na terra que Deus é preciso,é por aqui por este planeta que as discrepâncias entre o bem e o mal têm "precipitado" mais pesadelos do que sonhos para os mais desfavorecidos,e se os mensageiros religiosos são uma extensão da fé,é com coragem e devoção que se devem aproximar dos que cada vez mais vêem longe o sinal da esperança.
Elogio este destemido e valoroso gesto do Papa Francesco,porque não tendo levado consigo os bens materiais que aquela gente de certo bem precisaria,espalhou no entanto mais uma vez ao mundo o brilho de uma luz que aproxime e não afaste os homens da essência a que todos pertencem,onde nenhum deve adicar de viver com o próximo,e de se preocupar com o meio que nos embala para uma vida que nunca se sabe quando é que acaba.
De resto,e para além disso,será sempre a fé que nos fará caminhar,e este é o maior ensinamento para quem quer procurar e receber como graça a profecia do bem.

Custódio Cruz


domingo, 8 de fevereiro de 2015

Isto é Futebol !!


Desta feita,não foi preciso nenhum avançado para assinar a conquista dos virtuosismos coletivos...

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Corredor da morte ?

Foto L.P.


Com as novas obras de revitalização do Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz,abriu-se um enorme corredor que liga a Zona Ribeirinha ao Bairro Novo.Amplo,luminoso,e bem demarcado,revela os preciosismos com que uma engenharia cuidada pode motivar passos que não se percam em becos,e se direcionem retilíneos para uma passadeira da fama,que se liga na perfeição de um espaço mais abrangente,mas que não deixa solucionada a equação com que no futuro almas e tradições possam ou não bater em seu sítio.
O mundo foi,é, e será sempre um palco interpretativo de exercícios de uma enorme competição de mentalidades,umas mais abertas,outras mais egocêntricas,e outras mesmo viciadamente maquiavélicas,que limitadas nas sua intelectualidade existencial,se revelam mesmo como as mais nocivas ao bem comum,e pior do que isso,destruidoras do vínculo cultural que nunca se pode ignorar enquanto embrião de uma alma que quase só quem por cá nasceu,ou se enamorou,se contagia no sentimento único de ser Figueirense.
O Mercado da Figueira,tem uma história tão longa quanto esclarecedora nas vicissitudes em que à naturalidade dos seus encantos,se arquitetaram desde de sempre sombrias intenções de aniquilamento puro e simples,por repúdio a um estrato social barulhento,mal vestido,e pouco formal,longe de uma realidade mais cool e hippy-chique,e que se coadune num "gourmet"  de vaidades apetecíveis ao feedback da distinção hipócrita.
Não quero com esta visão objectiva,perder-me no erro que me assemelhe aos prevaricadores,porque afinal de contas,também gosto do silêncio,e mesmo de falar baixinho e escolher as palavras num preceito que intervale olhares cuidados entre gente cautelosa,deliciar-me com posturas a que não me escape os pormenores que se tentem esconder,e assim estimular a indiscrição da mente,em favor das escolhas que mais se ajustarem a uma manhã,tarde,ou noite bem passada.
O tempo também passa,e nem sempre o que parece é,um espaço inaugurado à menos de dois anos,e agora com condições estruturais melhoradas, já é alvo de insinuações de um enfraquecimento que pontualmente até nem é real,mas que incompreensívelmente caminha para esse objetivo,nas razões diretas com que não se acautela,não se projeta,e se encaminha com opções muito discutíveis e estranhas,a uma gestão de acordo com os princípios que deviam objetar a aplicação de uma estratégia equilibrada nos pressupostos que determinem uma evolução que lhe exclua os negativismos do vício,e lhe precipite o desafio das mais valias do tempo.
Quais são as verdades que marcam a atualidade do Mercado da Figueira?
Recolha aqui algumas,ora captando-as na objectividade das palavras,ora deduzindo na intenção das frases,e aposto pela certa,que até os seres distintos conseguirão aproveitar um fio à miada que lhes não é nem pouco mais ou menos estranho,mas que se calhar,será melhor ignorar numa clara presunção estratégica,e quiçá,simular depreciativamente com um sorriso intelectualizado.
Mais vírgula,menos vírgula,aqui me fico por hoje,na certeza porém de que ninguém me calará,como aliás já o tentaram com ações que hoje colocam em causa muitos na degradada democracia do nosso País.
Até à próxima.

Custódio Cruz

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Somos um País de mansos,mas até quando?



Grande exemplo!!

Vamos encostar estes pseudo-políticos "contra a parede"... Medo de quê? Das exéquias fúnebres? Como podemos andar nas mãos de meninos mimados que motivados foram para se safarem com uma carreira política,e que nem formação humana têm para perceber e sentir os dramas de quem têm a obrigação de acautelar da melhor maneira possível? 
São frios,cínicos,maquiavélicos,capazes de tudo por si próprios,e entre isso,por grupos económicos que mais não são que perfeitos terroristas que aniquilam o pobre para se fortalecer cada vez mais... Basta!!   
A postura do bicho prante o apelo desesperado!!!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Mas afinal quais são as verdades que marcam a actualidade do "Novo Mercado da Figueira"?



Preocupantes,mesmo muito preocupantes...
Mas olhem que não é por causa da crise,
ou melhor,
também é...
Até já,
................................................................................OK?