Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Ano novo, nova vida...



Só as memórias vão ficar,
entrelaçadas nas cores que ilustraram os anseios ou as decepções precipitadas,
moldadas na intensidade com que agora libertam o arrepio de quem lágrimas tombou,
ou sorrisos soltou,
na certeza de que o que lá vai,lá vai,
e só já pode voltar,
na vontade com que o sonho sempre pode renovar a luz de uma esperança que floresce a cada momento...

Ano novo,
nova vida,
desafios perdidos e achados em novas ilusões,
destinos cintilando em mesclas brilhantes,
certezas rodeadas em dúvidas por conquistar,
perspetivas desenhadas em um só sentido,
 mas vividas em trilhos múltiplos e tons vários...

Foi-se 2015,
chegou 2016...

Um bom ano também para ti...

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Natal, é família...


Natal,
 é família,
toda a que nos preenche,
e desde sempre nos acompanhou na aventura da vida.
Uns de sangue,
e outros nem tanto,
uns mais perto,
e outros agora mais longe,
uns mais presentes,
e outros então mais distantes,
mas sempre entrelaçados em brilhos que fazem cintilar a luz do coração...

O tempo passa,
e as histórias dos cruzamentos felizes estão vinculados à vida,
cada chama suporta-se na alma que a criou,
cada sentimento balança no arrepio dos olhares nostálgicos...

Cada gota de cera,
une as lágrimas de um amor profundo,
de uma amizade inesquecível,
ou ainda de uma afinidade conjugada no bem,
naquele bem,
que a quem nós o desejamos,
o possa abraçar a sorrir,
alimentando o sonho que nos uniu...

Tu que tens a coragem de medir os meus passos,
e de te enrolares na razão,
aqueles que em silêncio me acompanham,
e contidos calculam a expressão,
ou os outros que apenas sorriem,
presos pelo coração...

São o muito que preciso,
para que me entenda a mim próprio,
e nunca vos possa esquecer...

Um Bom Natal,
na paz de uma família,
que quem sabe é maior do que pensamos...


Custódio Cruz

sábado, 19 de dezembro de 2015

ID PORTUGAL...A dinâmica aliada a boas causas...

ID PORTUGAL
Um «Natal Bem Bom» na CASA Figueira da Foz!
Nesta quadra natalícia a ID PORTUGAL e a «BemBoas-Gourmet de Comer à Mão» uniram esforços e vão proporcionar aos socialmente mais desfavorecidos um Natal mais feliz, repleto de muito amor e recheado com muita solidariedade. Desta forma, estamos a desenvolver o evento «Natal Bem Bom», que terá lugar dia 24 de Dezembro, pelas 13h30 no Centro de Apoio ao Sem Abrigo - CASA Figueira da Foz.
Porque só juntos poderemos fazer a diferença, contamos com a solidariedade de todos para proporcionarmos um Natal mais feliz. Para tal, necessitamos da vossa colaboração para a confecção do almoço e lanche.
Nos dias 21 e 22 de Dezembro, nos escritórios da ID PORTUGAL (Rua Diogo Cão, nº40 3080-318 Buarcos, Figueira da Foz), das 09h00 às 18h00 estaremos de portas abertas para receber alimentos, roupa, calçado, agasalhos e todos os bens de primeira necessidade que irão fazer a diferença neste Natal.
Para o desenvolvimento do «Natal Bem Bom» contamos com o apoio de várias entidades. Entre outras, da Sagres - Cervejaria, Marisqueira e GrillNB Club Figueira,PETiT StreetWear.
Faça também parte deste evento e dê o melhor de si aos que mais precisam, proporcionando-lhes um «Natal Bem Bom».
Para mais informações contacte: 910134869, 933466978 ou 233 425 128
ID PORTUGAL - VALOR ÀS IDEIAS
www.id-portugal.com

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

O carisma não se conquista,sonha-se...


É durante a vida que os alaridos se espalham,
e se confrontam em certezas que nunca o são,
porque para além destas,
há e sempre haverá mais de que um sonho,
que se expõe aos quatro cantos do mundo,
e levita em segredos que nascem na coragem de se ser quem é...


Custcruz

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Um dia é um dia,a saudade é eterna...



É nos silêncios da vida que te rencontro,
entre quadrantes profundos soletro a saudade...
Os teus olhares não se dissiparam no horizonte,
e a tua alma vagueia solta e firme como a luz da lua...

Abraças-me num sopro de vento infinito,
assobiando num chamamento cruzado de amor,
circundas os limites dos meus lamentos,
lembrando a lição que nunca se deve esquecer...

Viver é galgar as sombras,
e voar em direção ao sonho,
adormecer e acordar sem querer,
e não cair no pesadelo medonho...

Com coragem enfrentar o mundo,
com humildade contornar o mal,
em cada passo escrever um caminho,
que não envergonhe quem por lá volte a passar...

Foste-te tu meu Pai,
sou eu teu filho,
que assim nos queremos relembrar,
mesmo que por entre uma névoa perdida,
algo de nós se possa alcançar...

Custódio Cruz

domingo, 13 de dezembro de 2015

ACIF e Município de mãos dadas,em tempo de Natal...





Continua a decorrer no saudoso Jardim da zona ribeirinha da Figueira da Foz,uma iniciativa tão valorosa quanto envolta num sentimento nostálgico,por emoções de outros tempos,que ainda que por ali se não tenham afirmado só sob a chancela do Pai Natal,muito mais e por outros motivos catapultava aquela zona da cidade num atrativo que só as crianças o sabiam viver,e os adultos de bom senso e humanismo,respeitavam na ordem obrigatória da preservação emocional a que elas tinham,e deverão sempre ter direito.
Com este evento,reedita-se de novo aquele reboliço de gente,na procura de uma maior aproximação ao sonho,que satisfaça quem anseia tocar a felicidade,e conhecer "os sabores" a que a mente se expõe,e o desejo concretiza.
Com o Mercado Engenheiro Silva ali ao lado,até ouve da parte dos concessionários das lojas exteriores um envolvimento pertinente à ocasião,e se no que concerne ao todo do espaço,não deixa de haver vontade para mais,espera-se de quem de direito,e num mínimo,uma atitude de alargamento de horário de funcionamento,que vá ao encontro do que para além de ser habitual para a época,se conjugue no êxito  que faça cintilar "um canto da nossa Figueira",que tão punido tem sido por "jogos económicos",enquanto razão direta para o assassinato do Jardim Municipal, e desertificação da ala que beija o Rio Mondego.

Feliz Natal

Jardim do Natal
2015-12-01

Jardim do Natal surge do desenvolvimento do projeto da Praça do Natal, realizada em 2014 na Praça 8 de Maio pela ACIFF. O projeto para 2015 foi mais ambicioso o que levou à necessidade de mudança de localização, optando-se pelo Jardim Municipal.

Jardim do Natal será composto por 9 espaços nos quais vamos acolher: a Casinha do Pai Natal; a Casinha do Jardim; a Casinha das Artes; a Casinha dos Abraços (angariação de brinquedos); duas Casinhas das Travessuras pela KidArte, com face-paiting, balões de moldar e um simulador de kart; duas Casinhas dos Sabores (licores, produtos endógenos e outros relacionados com a quadra natalícia); e a Casinha das Doçuras (pipocas e outros doces).

A Casinha dos Abraços é um espaço que vai dedicar-se a ações sociais e de solidariedade. Até ao dia 20 de dezembro vai angariar brinquedos que vão ser oferecidos a instituições locais. Quanto maior a participação do público, mais crianças conseguiremos fazer sorrir. Por isso, apelamos a que visite o Jardim do Natal e colabore nesta iniciativa.

Jardim do Natal vai receber o Presépio dos Bombeiros Municipais, que prontamente aceitaram o convite para fazer sair fora de portas o seu tradicional Presépio, que todos os anos é visitado por centenas de pessoas. O Presépio vai ser construído em parceria com a Associação de Modelismo Centro de Portugal e vai ter muitas novidades!
  • Um carrossel;
  • um insuflável;
  • Espaços dedicados às artes para crianças, com ateliers de pintura e origami, dinamizados pela AAAGP e pela MAGENTA;
  • Farturas;
  • Castanhas;
  • Animação musical e teatro dinamizados por diversas coletividades do concelho;
  • Leitura de Contos de Natal pela Editora Bruaá (figueirense);
  • Desporto com a participação do Tennis Club da Figueira da Foz.

Estas são algumas das iniciativas que integram o programa do Jardim do Natal.

A gaiola do Jardim foi reabilitada e vai ser a nova casa de algumas espécies de aves cedidas pelo Clube Ornitófilo da Figueira da Foz.

O Jardim do Natal tem entrada livre e vai funcionar todos os dias das 10H00 às 18H00 com a presença do Pai Natal.

A Casinhas dos Sabores - produtos endógenos, vai apenas estar aberta aos fins-de-semana, feriado (08 dez.), e de 21 a 24 (manhã).


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Nunca sintas o que eu sinto?


A tradução da minha alma...

Não consigo,
não sou capaz,
sinto demasiados suores com a máscara,
prendem-se-me as pálpebras na limitação do espaço,
encaixam-se-me as pestanas em uma só saída,
ofuscam-se os brilhos que nos espevitam os sentidos,
cola-se a face a um limite que o é mesmo,
e não deixa desfrutar da refrescante brisa da vida...

Por aqui testo a vontade de encontrar uma paz prometida,
mas ouço murmúrios ao longe de um amontoado sem destino,
sopro exausto,
e despedaçado na alma,
não resisto,
libertando uma lágrima de raiva por um mundo que tanto se desvia do encanto do sonho...

Revolto-me,
e destruo as costuras do fato,
dou impulso aos braços e reviro o capuz da escuridão,
faço quebrar o elástico,
e arrepio me na dor que o soltou,
anicho-me em um só,
e ergo-me de novo perante a luz do sol...

O instinto não me larga,
e eu não tenho vontade de o deixar,
a felicidade não se apaga,
ainda que cobre alto por cada trilho deste mundo,
não rio todos os dias,
mas sorrio a qualquer momento,
numa contradição entre o querer e o não saber para onde vou...

Eu não sou poeta do tempo,
e nem escrevo páginas com a mestria dos iluminados,
apenas me inspiro nos arrepios de uma liberdade,
que me empele em direção a um horizonte que abrace a pureza dos meus sentimentos...

Custcruz

sábado, 5 de dezembro de 2015

No Mercado da Figueira...até sempre,ou talvez não...



Fiz tudo por vós,porque não vivo dissociado do mundo,e sei,como todos sabem,a forma como hoje se acautela o trajeto para quem caminha para as derradeiras aventuras de vida,esquecendo-se e desprezando-se em absoluto as vossas valorosas histórias,feitas de muito sofrimento,de muito esforço,e dos enormes méritos que ainda hoje catapultam imensos clientes do Mercado da Figueira na vossa procura.
Na verdade,meus amigos,o mundo mudou,e os números que traduzem as vossas reformas estão simetricamente projetadas à perda de valores com que se aceleram destinos,e por isso mais vos admiro,pela coragem e pela fé,com que ainda que na procura de um acréscimo que vos auxilie,e dignifique na "reta final",não deixem de ajudar e cimentar o sonho de que o nosso espaço histórico nunca acabe.
Lembrem-se,quando em função das obras de Requalificação,e na mudança para o Parque das Gaivotas,que não havia lugares definidos para a vossa continuidade,e aí,lutou-se,vocês não desistiram,e na sequência tudo mudou,e até as balanças acabaram por lá ficar enquanto garante sonhador de que os produtores do Mercado ainda não iriam acabar.
No regresso,voltaram a surgir dúvidas,e em sede própria,ouve comprometimentos pessoais e oficiais para que não se esquecessem de vós,e as expetativas cresceram num planeamento sustentado em um apoio ajustado á vossa condição humana,que não prima naturalmente pelo conhecimento consciencializador das novas regras,e que se deixaram "em banho maria" durante dois anos e meio, avançando agora fora de tempo,e num efeito choque,que só vos poderá tentar fazer desistir.
Os números de ocupação do Mercado,são coloridos com realidades como esta,onde à minima pressão,tremem de alto a baixo,e em direção a uma desertificação que num espaço curto colocará em causa as palavras bonitas dos comunicados,e dará consistência a instabilidades onde sob justificações de eventuais despesas acrescidas,se passará a pressão aos que sobram,num desafio à resistência na continuidade,e isto já depois dos aumentos exorbitantes a quando do regresso em 2013.
Se há novas propostas para os espaços desocupados?
Haver há,só que o Regulamento não deixa,como deixou desde sempre,e nomeadamente nos últimos seis anos,e mais,a quem deixa,tem que esperar por uma ocasião,e sob um rigor de exigências que desmoralizam qualquer um.
Amigos e colegas Produtores do Mercado,como não vos foi nem explicado,nem orientado,nem ajudado,a saber o que querem de vós,unam-se num só,e vão ali ao lado perguntar aquilo que no desconhecimento de quem vos pede o que quer que seja,mais parecem não estar interessados em saber e fazer saber...


Mercado Engenheiro Silva,sempre e para sempre !!!!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O Mercado da Figueira,e a tradução fiel dos seus números e realidades...





Já para mim e num futuro muito próximo,a tradução fiel destes números aqui apresentados serão desmistificados pela verdade,por uma verdade que por ser do tal futuro próximo...não se vislumbra por agora,mas na continuidade do destino da vida,abalarão uns tantos,e se como a tudo o que é luz dos nossos olhos,não lhe amputarmos os impulsos rejuvenescedores,continuarão "os flaches cintilantes"a iluminar o virtuosismo dos seus distintos caminhos.

Mediante a realidade projetada na sombra,também a explicação vai ser previsível,os jovens não querem,os jovens não gostam,e o que está a dar é colocar aqui,a musica,os comes e bebes,e enfim,socializar com a muita população que Figueira tem de Outubro a Maio,assim como no Mercado da Ribeira em Lisboa,não sei se estão a ver...

De resto,a utopia dos sonhos intervalará enquanto desgraça,pois quando uma mais valia não é bem ponderada e se alicerça em vaidades repetidas,vende-se um passado de glória,e compra-se um futuro tão igual a tudo aquilo que tem apagado a Cidade da Praia da Claridade.
Quanto aos jovens,o que não falta neste espaço são clientes de "mochilas às costas",deslumbrados pelo rio,pelo mar,ou pela serra,ou pelo encanto com que o horizonte nos abraça.
Ainda que,coitados,se por exemplo quiserem fazer uso do WiFi,ou tentam adivinhar a senha,ou caso contrário contarão com a preocupação de "um mau da fita" que a seu custo vai tirar fotocópias,e colocá-las no sitio de onde misteriosamente são retiradas,ainda que enfim,se as "ocorrências" fossem apenas deste tipo,ainda o mau era menos,e o brilho de uma obra com méritos firmados,não deixaria dúvidas quanto ao destino para o qual se concretizou.
Já quanto à importância sócio-cultural deste espaço,todos os que sentem a Figueira de alma e coração se orgulham do Mercado Eng.Silva,mas como tudo o que é belo também é cobiçado,e nos tempos que correm,o melhor será estar atento "a sombras e passos" que o possam ofuscar,ou quiçá,até fazer evaporar na essência identificativa com que hoje o faz restar como "o último reduto da povo" da nossa terra.

Custcruz

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Mercado da Figueira na mira de um "regulamento armadilhado",e não só,mas também...


Em pouco mais de dois anos após a Requalificação do Mercado da Figueira,intensificam-se "ataques" em forma de gestão danosa por parte da Câmara Municipal,com reflexos notórios para uma provável intenção inaceitável para com quem sinta a nossa terra,e defenda este espaço tradicional e histórico com o anseio de não o ver acabar em mãos de "velhos pretendentes" que o sonham  descaracterizado,e aniquilado na verdadeira acepção da palavra.
Aos primeiros e legítimos defensores que o deveriam proteger dos "ataques cerrados" a que está a ser alvo,apelo e já em desespero de causa,para que num esforço de reflexão coletiva se abeirem e identifiquem das razões deste Alerta Vermelho,que em muito pouco tempo significará a desertificação desta "Sala de Visitas",como primeiro passo,mas decisivo na corporização,quiçá, de uma justificação há já muito arquitetada por alguns,de que o Mercado dê prejuízo,e que por isso,se deverá avançar para uma solução de "privatização do espaço",e mesmo que ainda que legalmente inconsistente,não deixará de haver por aí,protagonistas especializados para se aventurarem no contorno de uma qualquer lei que lhes ofereça o campo da subjetividade.
É muito grave pensar-se,e passar-se para a opinião pública por "bonecos sem rosto",que regulamentos anulam outros regulamentos anteriores,e isto em determinadas matérias,pois que no minimo das suas valências jurídicas,estão sujeitos ao respeito por direitos adquiridos que por prática ao logo dos anos,não poderão agora ser ultrapassados de ânimo leve,e dessa forma, numa atitude de perfeito desprezo pelo sentido de justiça.
Poderia aqui enumerar factos sobre factos,que sustentam esta preocupação enquanto futuro negro que se antevê para os concessionários,e para o Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz,mas vou reservar-me agora na especificação,no intuito de numa próxima reunião de Câmara com intervenção do público,e mesmo que previsivelmente por lá esteja sozinho,o possa revelar de forma frontal,séria,e no exercício dos direitos democráticos que como cidadão espero não ser limitado,ainda que pelos "mentideros do nosso burgo" "se apregoe" o quanto dois mandatos seguidos e uma maioria têm mudado "a prática das coisas".
Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz,sempre e para sempre!!!

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Eu amo o Mercado Municipal, e você ama a Figueira?


Como o antevi há muito, a ameaça vem de cima, e é de lá que surge a motivação  para com o tempo fazer desfalecer o “último reduto do Povo”, em apenas dois anos, e após a sua inauguração ,vamos assistindo a atos de gestão  que enfraquecem a sua vitalidade, que o afastam do orgulho que a Figueira e os verdadeiros Figueirenses têm num espaço tradicional e histórico, que ainda não caiu, e nem pode cair nas mãos de gente fria e cínica, ou sejam, aqueles que não sabem o que é amar, e muito menos sentem o arrepio de serem nados e criados na nossa terra
Habituados a  somas e subtrações, convencem-se que o retorno dos seus “lapsos “ resultará  ainda assim na divisão dos interessados, mas o certo é que, nem sempre a regra se revela tão brilhante na concepção dos seus objetivos plenos, já que por vezes, parece que se vai ganhando, mas perde-se no momento certo, ou seja ,naquele em que com o tudo que já se conta, se enche em demasia o ego, e se oscila inapelavelmente para uma queda sem apelo nem agravo.


Vou respirar até 10,mas não prometo voltar muito diferente…

terça-feira, 24 de novembro de 2015

A minha vida está difícil...


Se ficar parado não resistirei,
eles são impiedosos,frios,distantes,insensíveis...

Se reagir,
 faço por acreditar no improvável,
e pelo menos,
abraço a ilusão por uns instantes...

Quem sabe, 
se voltem a apagar mais alguns iluminados...
O sol volte a brilhar,
e o mundo nos surpreenda com uma realidade estonteante...

É isso,
é que nunca perdi de todo o rumo,
aquele rumo que não será em direção ao pico da lua,
mas me solta na liberdade que sempre sonhei...

O barco é só um,
e eles querem-no para navegar na procura dos seus interesses...
Têm uma rota definida,
e estão instruídos para não dividir as mais valias...

A minha vida está difícil,
e os índices ameaçam a sobrevivência,
eles não querem saber,
e eu não me posso entregar ao destino...

Dizem que estou sozinho,
mas também sempre assim foi,
do nada se corporizou alguma coisa,
que foi o suficiente para se erguerem braços de um só sentimento...

Tenho que acreditar,
e não oferecer um só "sorriso" em troca...
Eles merecem mais,
e eu anseio poder ser "generoso"... 

Custcruz

domingo, 22 de novembro de 2015

Ultima hora,Águia vitória sucumbe a Leão de juba farta...



Depois de três voos frustrados, águia vitória deixa de a ser,encontrando-se neste momento caída redonda em pleno Estádio de Alvalade,e em estado considerado muito periclitante para com um futuro onde terá que provar ao povo,que se o preságio de que não há mesmo duas sem três,será numa última oportunidade materializado em uma nova máxima,de que não haja também três sem quatro.
Enfim,ao que se constata,o carisma do Rui não se impõe ao nível motivacional,o Benfica mostra-se displicente e inseguro nos momentos cruciais de um jogo,e o simbolo vermelho vai desfalecendo aqui e ali,em perdas de um equilíbrio que ao que se consta.não será alheio um tal menino Jesus. 
Mais pastilha,menos pastilha,mais calinadas,menos calinadas na explanação do Português,é o Leão que mostra a sua raça,e se o faz,é porque alguém o consegue motivar,numa prova cabal de que o Futebol não se reserva só aos Doutores,mas muito mais do que isso,se expõe para com quem o sente,o entende,e o consegue "manusear".
Quanto à arbitragem,creio mesmo,que mais erro menos erro,não será suspeita na causa que fez renunciar o voo saudável da Águia.

Custcruz

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

E o pesadelo lá se minorou qualquer coisita...

Até no atenuar da dor para com quem sofreu e sofre com esta tragédia,"foram lentos".

Mas também não interferia com o tráfego comercial,por isso o mal é menor...

Ai querem que eu complete o texto?
Claro que sim,porque não :
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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Futebol Puro...



Uma bola é sempre redonda,
mesmo que não o pareça...

É a mente que o determina,
e o instinto que a desenha...

É a liberdade que a define,
e lhe dá os movimentos de sonho...

A bola não pertence a quem a quer,
mas apenas a quem a souber tocar...

Uma bola é uma enorme paixão,
para quem a souber namorar...

Custcruz

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Para quê apontar o dedo,se são os mais improváveis suspeitos que semeiam o terror na Europa?

Um avião Russo partiu-se em dois,e a ação continuou do lado de cá da trincheira,os "bonequitos de corda" dão azo a paranoias estratégicas,e os líderes diabólicos recriam-se num cinismo doentio.
Agora foi Paris,amanhã será em um outro qualquer lugar deste Continente amaldiçoado,onde a guerra há muito se vai espalhando por "credos e religiões",que o não são só,mas infelizmente muito mais do que isso.
Há um ano,precisamente no dia 13 de Novembro de 2014,dizia eu,perspectivando o óbvio e de fácil antecipação... 


"A fome e a doença",duas faces de uma só moeda...
13/11/2014

O distanciamento do ser humano face à consciencialização das suas debilidades,solta marés ameaçadoras contra si próprio,distraídos ignoram "as lágrimas da fome",iludidos caminham para precipícios onde os desiquilíbrios se generalizam num envolvimento que nos trará "a doença" como o fel dessa mesma escolha.
Custcruz

De resto,tanta dissertação que por aí ouço...
Mas para quê?
Vivemos no reino da hipocrisia, os senhores do poder que hoje lastimam as vítimas do terror, são os mesmos que compram petróleo ao Estado Islâmico e lhes vendem as armas.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Ché Chesterman,o estrondo de uma grande revelação...




Aos 18 anos,uma grande voz fez estremecer os píncaros da emoção,numa prova cabal de que sempre se pode revelar um talento,quando por não se descolar da pureza dos sentimentos,também nele nunca se esconderá a profundidade da alma.

Ché Chesterman,arrepia sem o rigor das orientações técnicas do canto,em mais uma certificação de que cada um nasce com o seu eu,"e cá fora",sempre deve assumir o desafio de não o deixar desvirtuar.

domingo, 8 de novembro de 2015

Sempre pelas homenagens em vida...

CERIMÓNIA DE CONDECORAÇÃO DO AGENTE SILVA SANTOS

Vai ser condecorado no próximo dia 9 de novembro, às 12h00, em cerimónia pública a realizar no Comando Local da Polícia Marítima da Figueira da Foz, o Agente de 1ª Classe da Polícia Marítima Carlos Alberto Silva Santos.
Até me podia surpreender com quem também nem tanto lidei no enredo das amizades que se proporcionaram com a minha passagem pelo futebol de formação,pois a expressão do que sinto em admiração e orgulho pelo mundo ainda ter ao seu dispor seres humanos da estirpe deste tal agente "chapas",seria agora manifestada na constatação de um conhecimento limitado ao tempo da decisão em que este olhou à sua volta,e acudiu a quem precisava com a audácia e garra de quem instintivamente se expõe impelido pelo brilho e força do coração.

Já quando soube do protagonista de tal feito,e melhor o fitei em fotos de imprensa,retirei dúvidas sobre de quem se tratava,e num ápice,recuei no tempo,deixei-me transportar a contatos referenciados,personifiquei-o em relacionamentos similares em valores que marcam quem com eles se cruzam,e fiquei ainda mais feliz por ter conhecido este "CHAPAS",e mesmo certificar-me de que nem sempre erro,por no vício da observação arquivar conceitos sobre quem os merece,e num momento de vida tão periclitante quanto o do naufrágio do Olivia Ribau,se catapultasse a maior razão pela qual ser simples,humilde,e destemido por amigo do mundo,se nos revela a subtil essência dos verdadeiros heróis.
Da ultima vez que me cumprimentas-te,amigo "Chapas".foi com essa humildade e simplicidade que mais uma vez senti que estava perante um bom ser humano,agora que "escreves-te quem és",confesso,se te encontrar,vou "sentir-me demasiado pequeno" perante o vulto altruísta que nem tu podes dispensar no elogio da tua atitude.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Um Benfica entre o que mereceu vencer e o que se arriscou a perder...


Estou a ouvir os comentários ao jogo do Benfica na RTP1,e fico estupefacto com tanta asneira proferida por "um comentador",num tão curto espaço de tempo.
O Benfica mereceu vencer...certo,agora que controlou as incidências que o levaram à vantagem por duas vezes...só mesmo de um lunático perdido num faciosismo de esferas coloridas,e mais,manuseadas num êxtase final que facilmente o fez esquecer,que o Benfica sofreu o golo do empate logo a seguir(5m)à primeira vantagem,denunciando claramente uma instabilidade emocional que tem que ser acautelada com muito trabalho de quem o saiba fazer.Depois do empate,voltou a mostrar qualidade de jogo,com um inconformismo competitivo que adveio de uma luz instintiva,que os catapultou para a justiça no marcador.
Mas aí,repetiu-se a história,"o medo de perder" tomou conta dos seus subconscientes,e só Julio César marcou pontos de eleição,impedindo assim,que o Futebol Português corresse riscos de hipotecar esperanças na continuidade de uma sua equipa de maior expoente.
Volto a reafirmar,só uma equipa poderia e deveria vencer este jogo,e esta era,o Benfica,mas branquear debilidades de natureza mental,e mesmo lançar a ideia de que o clube da luz é melhor na Europa que na Liga Portuguesa,é argumentar uma mentira construída numa distração teorizada,pois que,por cá e por lá,as águias têm feito voos descoordenados entre o muito bom e o muito mau,retirando-se destes factos,que o Ruizito tem mesmo muito que pensar em como vai "arranjar" discurso para uniformizar impulsos nos seus pupilos,e na repercussão desse seu trabalho,convencer a plateia de que ele se chama mesmo RUI VITÓRIA.
Desculpem lá,alguns comentadores que por aí ouço,que até já abandonam programas televisivos a meio,e a quem mesmo só falta acabar os seus "debates" à chapada,não são mais que a face triste de uma modalidade que vai ficando entristecida na alma,mas que ainda assim,espero lhe sobre nos verdadeiros apaixonados pelo futebol,a força capaz de o credibilizar na destrinça entre "o trigo e o joio",onde sem clubismos exacerbados e doentios,se volte a prestigiar e faça cativar de novo aquilo que era,e que agora se parece perder com o protagonismo de figurinhas que vivem para os seus umbigos,não reconhecendo nada,nem a ninguém...
Parabéns ao Benfica,mas...e porque foi esse "mas" o mau da fita,para seu bem,será melhor rever o jogo durante a semana,e quem sabe daqui a uns tempos "os arrepios desnecessários" se diluam numa tranquilidade que nem se dá por ela,quando os índices de confiança estabilizam no valor individual e coletivo de uma qualquer equipa,que sonhe em ser melhor do que as outras,por também ser mais igual em todos os momentos...

terça-feira, 20 de outubro de 2015

O desafio de não deixar morrer as boas emoções...


Bem sei que não é fácil,
e será até muito discutível a forma e o modo de o fazer,mas para o mundo,nascemos com o muito que nos pode acompanhar em um trajeto de vida onde valha a pena equilibrar o que somos,com aquilo que os outros nos podem propor,mantendo sempre que possível bem viva a genuinidade com que o ser o é,no desafio atrevido de nunca o deixar de ser.
Ser criança,
não é,
nem nunca foi um jogo de palavras,
ante este puro e estádio emocional,todas as leituras dão certas,porque a pureza dos sentimentos se libertam de uma só vez,na procura da verdade que se sente na voz,se insinua nos gestos,e se identifica com o coração.
O tempo passa,
e como todos sabemos,muito muda nas vontades que nos assistem,
mas o normal do crescimento sustentado,
até pode rodear de proteção um tempo em que na sublime distração,
possamos regressar a um destino que não pode orientar o dobrar de cada esquina,
mas se mantem à mercê de quem ama a vida,
e não esquece nunca de onde veio.

Custódio Cruz

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Naval 1º de Maio vence na atitude solidária,e perde,podendo agora ganhar o futuro...


Solidariedade não é uma palavra vã,mas os tempos também não estão fáceis para a maioria das pessoas,e se a moldura humana que ontem preencheu a bancada principal do Bento Pessoa,até foi ainda assim motivante para quem sonhou poder ajudar quem precisa.mais se desejaria ver num estádio,onde em tanto espaço se podia ter traduzido um "maior abraço" para com as famílias das vitimas na tragédia do "Olívia Ribau".
Pelo que se soube depois,entre a receita do jogo,sorteio,e apoios de empresas que foram sensíveis ao nobre gesto Navalista,digamos que "aquele pouco valeu muito",na impulsão de um recomeço que se deseja convicto e capaz de recuperar aquelas "almas do mar",que nunca se constou que fossem de desistir,mas que como todas,também necessitam do alento provocado,para que os seus passos de vida se direcionem de novo em direção à linha para o qual cada um está destinado.

Parabéns à Naval,
e um enorme abraço solidário para os que cá ficaram para honrar os que partiram.


Entre este sentimento de dever comprido,por parte dos apaniguados e simpatizantes Navalistas,floresceu paralelamente outro tipo de emoções,onde o subconsciente de muitos dos presentes,transportou memórias doces embrulhadas num sentimento de nostalgia,por outros tempos de glória onde no Bento Pessoa  se protagonizaram grandes embates entre "equipas sonhadoras",tais como a Naval e o Paços de Ferreira,que por isso mesmo,têm hoje feitos inesquecíveis e brilhantes nas páginas da prestigiada Taça de Portugal.
Os tempos de agora são outros,e as realidades também se alteraram nas posses de cada uma destas equipas,e se por exemplo o Paços da cidade do móvel,ainda consegue ostentar patrocinadores como o Banco Bic,já a Naval da Figueira da Foz,vive com empenhos publicitários e estruturais onde os brilhos da "prata da casa",tudo fazem para alimentar uma nova sequência histórica,que impeça maus murmúrios que por aí pairam,e quem sabe,até um dia se possa de novo voar nas asas de uma ambição mais bem pensada e sólida,num encalço que a projete de novo nos píncaros do futebol português.

Quanto ao confronto propriamente dito entre estas duas formações,injusto seria não colocar como premissa de evidente desiquilíbrio emocional,a diferença de idades e respetiva "experiência de palcos",entre a esmagadora maioria dos atletas da Naval e do Paços de Ferreira.
Ainda que no entanto,quantas vezes os pequenos se opõem aos maiores,e com atributos de superação,desmistificam imunidades no favoritismo de qualquer um dos mais badalados emblemas.
Mas o certo é, que para o caso,o jogo não começou com o desenho mais optimista para os verde e brancos,pois o Paços de Ferreira entrou com tudo,e circulando a bola com uma enorme segurança e objetividade,cedo atacou debilidades do 4x2x3x1 esquematizado sob a batuta de Fernando Mira,criando logo de início oportunidades flagrantes para o adversário,através de um jogo exterior(como agora é dito),que anunciavam que mais tarde ou mais cedo, a faturação iria inciar-se para os castores.
A lição parecia bem estudada,pois as investidas eram canalizadas sob a ala direita dos verdes,onde as descompensações defensivas eram tais,que até eu mesmo me atrapalhei na análise da tanta confusão de posicionamentos mal medidos,muito pela obstinada aposta na malfadada defesa em linha(está na moda!!),como também na falta aceitável de estruturas formativas perfeitamente gritantes,em um ou outro atleta,que por acaso se somavam no mesmo setor,e assim com os seus inseguros desempenhos acabaram por quebrar "um onze em dois".
Ainda que há mais de um ano que não vá ao futebol,e nem conheça os jogadores,comecei eu melhor "a marcá-los",que eles aos seus adversários diretos,vendo o lateral Tito Junior "perfeitamente ás aranhas",mas que me deixava "rastos" de qualidade,e que ainda que "por ter os dois pés",me pareceu pouco esclarecido na sua postura enquanto lateral direito,mas na verdade,pouco ou nada secundado nas ações defensivas por uma aposta como médio de cobertura que só depois identifiquei dos juniores do ano passado,um tal Amadu,que continuo a pensar tem muitas potencialidades,mas que em funções que não apenas a de privilegiar o ataque,continua a não jogar com os equilíbrios que estabelecem a sincronia entre as ações defensivas e ofensivas,"deixando-se levar muito pelo coração",em intuitos de cariz que melhor protagoniza,mas que devem ser bem medidos,e não precipitados pelo ego de quem lhe apetece.
Tenho admiração por este atleta,mas é bom que de uma vez por todas ele perceba que precisa de crescer em vertentes do jogo,onde para além de poder ser útil,pode mesmo brilhar,e assim corporizar-se num jogador mais completo,e com enormes possibilidades de vingar no futebol,a um nível com o qual de certo ele até sonha,por enquanto só fora das quatro linhas.
É verdade que o Ricardo Tavares,que ainda por cima estava ali ao seu lado,corria ao quilómetro,esforçando-se muito,mas produzindo pouco,não sei se por razões de índole psicológica,se por inoperância física,deixando no entanto como certo que a sua produtividade tecno-táctica,deixou mesmo muito a desejar nesta partida.
Ora com esta falta de sincronia e ajuste nas transposições defensivas e ofensivas(como agora se diz,e eu não gosto nada...), a equipa surgia quebrada,e como já o disse,descompensada na defesa da sua baliza,e foi por aí,que o Paços de Ferreira com espaços a belo prazer,criou e concretizou os golos suficientes para gerir na segunda parte.
O guarda-redes Miguel,até me pareceu um bom guarda redes,já os centrais Rui Daniel e Valença,convenceram-me a "olhá-los" em uma outra oportunidade,pois não puderam neste jogo fazer os milagres que se desejavam,para "tanto buraco cavado pelos castores".assim tal como o Fred.que na esquerda não deixa de também ser condicionado com o benefício da dúvida,porque quando sectores não se ligam,acresce as dificuldades para quem sobra.
Brilhou a espaços o Luis Leite,pele sua atitude arrojada,e de algum requinte técnico,mas que no epicentro causal,acabou na maior parte do tempo,perfeitamente perdido,e sem possibilidade de dar sequência ao que prometia.
No que concerne à linha da frente,e na mesma ordem de raciocínio tecno-táctico,e porque as tranposições ofensivas revelavam pouca capacidade na circulação de bola,embora que na segunda parte tenha melhorado,sem solidez na construção de jogo (interior e exterior),pois...nem o China, que me deixou de novo indicações que prometem muito,nem o Sandro Moço,a quem vejo atributos magníficos,mas mal potenciados mental e posicionalmente,e isto desde que o vi jogar nos juniores,e muito menos o Sérgio Grilo,que me pareceu inconformado com o cenário irreverente e inconsequente que viveu à sua volta,assim pudessem enquanto potenciais concretizadores,levar a bom porto a sua missão. 
Entraram depois,muito limitados pelas incidências que o jogo já marcava,o Junior Mendes,o Iduino e o Zé Pedro,que foram parte da face bem mais homogenia que a segunda parte revelou.
Ao Iduino,no entanto,aconselha-se  a esforçar-se por ser mais positivo depois de um ou outro falhanço na entrada,porque "o seu segredo" está na capacidade de acreditar,e sem a sequência personalizada,o ser reduz-se a uma banalidade que não tem a ver consigo próprio.
Para a tal história ficou um resultado menos agradável,mas que pode ser precioso para quem se esforça por crescer,e tenta chegar aos limites sonhadores,que só se alcançam conhecendo a derrota nos porquês,e que retratem a parte em que cada um tem que mudar.
Venceu a melhor equipa,a mais apetrechada num amadurecimento que a jovem equipa Navalista,deve almejar para seu bem,e de todos os que sonham alcançar "o além do futebol".
Quanto á arbitragem,pareceu-me envolta em vaidades desproporcionadas,e ainda que firme nas decisões,não deixou de cometer erros,que proporcionaram um golo fora de jogo ao Paços,e perdoaram algumas "entradas em riste" à Naval,de resto, não foi por estes que a Figueira não cantou vitória.
Custódio Cruz