Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

domingo, 23 de abril de 2017

Se alguém quer agora falar dos penaltys do Sporting/Benfica?


QUERO EU:

O árbitro sofrendo da síndrome de choque pós-traumático,e por lhe ter acontecido neste jogo,flashbacks resultantes de experiências em outros jogos,e que assim claramente o atormentaram pelo "colinho de viciação sistemática",tentou libertar-se desse estigma,não marcando dois penaltys a favor do Benfica,minorando assim as dores no corpo,e afetando-lhe menos a sua consciência.As melhoras senhor Árbitro,são os votos sinceros deste psicólogo louco.


sexta-feira, 21 de abril de 2017

G.D.Buarcos,nas mágoas mais belas da minha vida no futebol...


Sonho puro,
erguido em uma paixão iluminada por um jogo,
entre a rebeldia do querer,
e a vontade louca de vencer...

O brilho de uma família capaz,
raiando sem traições nem desfasamentos,
solidária no propósito e no alcance,
por uma estrela impossível nos dias que correm...

Entre quatro tentativas,
esta foi mais uma,
onde ao esforço do fascínio pela verdade,
teimava a mentira certificada da ultima jornada...

Ainda hoje eles disputam eleições de vergonha,
promovem os trilhos da hipocrisia,
homenageiam defuntos caídos no inferno,
exibem gravatas ressequidas pela falta de moral...

Mas a vida não perdoa,
e a verdade daquele abraço conjunto fui eu que o recebi,
os amigos que tenho fui eu que os conquistei,
e tudo só porque estes assim o quiseram...

E até aqueles que se escondem,
sonorizam no silencio o agrado pela emoção,
e ainda que a vida os afaste na natureza,
sinto-os no encalço do que nunca se vão conseguir separar...

Sonhei,
e os meus sonharam,
vivi,
e os meus viveram,
parti,
e os meus ainda "por aí andam"...

Apesar de tudo,
só temos que acreditar que a vitória foi nossa...

custcruz

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O Torneio do Vilaverdense, ou a continuidade dos sonhos...,



Ainda que projetar uma iniciativa com muita história,e de um clube marcante no panorama do desporto figueirense seja primordial para o momento,muito perderão aqueles que não tenham a abrangência de espirito,para que antes de entrar ou não dentro das quatro linhas,saibam e sintam porque a escolha de uma imagem lhes pode trazer exemplos para a vida,ou como também a devoção e estratégia de um clube,que por nunca se dissociar da alma que simboliza as melhores famílias,nos segreda agora,a verdadeira razão que lhe confere de forma arrepiante a notoriedade das conquistas brilhantemente alcançadas.
Longe vão os tempos,em que este prestigiado Torneio de Futsal,na altura denominado como futebol de cinco,era disputado por entre uns curtos muros,que não silenciavam para o lado de cá a paixão ruidosa de gente,que se identificava no "jogo pelo jogo",e que amontoando-se em redor do palco dos sonhos,motivava fervorosamente os brilhos inatos dos sonhadores,e sempre na perspetiva da vivencia daquele "momento mágico",que estrondosamente assinalava o golo de quem o merece-se,e assim marca-se a diferença.
Cá fora,vivia-se a azáfama dos carros na procura de um providencial e atempado lugar de estacionamento,lá dentro,mas de céu aberto,a festa estendia-se em manhãs inteiras,os dirigentes e os amigos do clube recebiam nos elogios de quem lhos reconhecia,e tudo o mais que depois levassem para a sede,seriam os pecúlios guardados com os pedidos que alimentariam a razão de existir de uma coletividade,que "foi voando" na procura de um "teto desportivo",e conseguiu muito mais do que isso, e no que hoje faz tão feliz uma população que deve a si própria,o bonito Pavilhão Gimnodesportivo que conquistou.
Participar no Torneio de Vila Verde,era aspirar num evento desportivo onde se encontravam as melhores equipas do Concelho da Figueira,era ir ao bar,e desfrutar ainda das incidências distintas da cada jogo,dizer adeus a este recinto social,era mais calmamente trocar também as ultimas palavras junto ao portão de saída,ficando sempre no entanto a promessa de ali voltar.
Os Vilaverdenses,poderão até não ser tão diferentes dos demais,dependendo dos princípios com que se quiser caracterizá-los,na certeza porém,que não esquecem os que melhor os representam,e a escolha de João Pelicano como "padrinho" do evento que em 16,17 e 18 de Junho,se vai concretizar,não é por acaso,mas sim fundamentada numa rigorosa escolha,onde a raiz da sua filosofia é preenchida por um dos seus,e que na vida tem dado provas humanas e desportivas,das quais estes só se podem orgulhar.
João Pelicano,é aquele atleta que jogou futebol em Quiaios,que acreditou em semelhantes a quem as premissas humanas se ajustavam ao ser que o constitui,e assim o fez juntar de alma e coração,a um grupo que sentiu que lhe poderia dizer alguma coisa,dando azo à sua paixão pelo futebol,e mais do que isso,alimentando a sua vontade de enfrentar desafios tão difíceis quanto gratificantes,que de todo lhe preenchiam os desejos.
Por lá,comandou dentro das quatro linhas,por lá, distribuí-o enredos mais vitoriosos do que mal sucedidos,por lá,calcou um trilho a que "os do Bento Pessoa" não foram insensíveis,e nem o poderiam ser,até porque o conheciam a ele e aos outros,muito bem,e naquilo que acabou por iluminar apostas que fariam da Naval 1º de Maio,um clube ainda mais feliz do que já o era.
Falar de João Pelicano,é conhecer o Senhor seu Pai,é contactar com o respeito da postura do seu filho,e se assim fosse possível a quem o quisesse conhecer,seria mais fácil perceber porque o Vilaverdense o solicitou para o apadrinhamento de um Torneio,que vai ter de tudo o que sempre teve para honrar o futebol,a vida e o Concelho da Figueira da Foz.

custcruz

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Mercado da Figueira, também uma questão de honra...,




O piso 1 do Mercado da Figueira,tem hoje entre lojas concretizadas em bruto,um cabeleireiro,um consultório médico,uma Loja do Cidadão,e mais recentemente foi ali também instalada a Figueira Parques.
Se assim é,e à conveniência lógica daquele espaço emblemático,se perspetivava o interesse da valorização e dinamização de um projeto que foi delineado e executado para lhe dar vida,a verdade seja dita,e por mais uma vez,por quem não ataca para destruir,mas sim pelo contrário e de forma paciente,abraça os seus anseios vitoriosos como reflexo da razão indiscutível,que desde há longo tempo,a decisão camarária de apenas abrir durante a semana um portão de funcionamento para acesso ao dito piso,era uma aberração semeada por um erro pontual,e que se resolveu prolongar por clara falta de humildade.
Se atingia ainda no meu caso,a possibilidade de comercializar com o meu módulo nesse tempo extra,que por acaso fica no portão histórico,e virado para o Jardim Municipal,muito pior do que isso,é que apesar do Mercado ter um acesso de segurança no primeiro piso,não se revelava capaz de sustentar na certeza,de que em caso de alguma incidência preocupante,fosse suficientemente preventivo para cumprir a lei da Segurança dos clientes,ou no caso,dos trausentes,a quem já lhes basta "o desafio louco",de a partir do portão da beira rio,e único aberto até ás 18 horas,se verem perdidos em corredores vazios e ocos de vida,onde a sinalização ainda por cima se revela incoerente, ou difícil de descifrar.
O Mercado,tem umas escadas rolantes,mas estão no "portão do lado das freirinhas",um dos tais que estava fechado,tem também umas escadas pedonais,no portão do lado do jardim,mas que...pois,também estava fechado,e até tem um elevador,mas escondido num "corredor entre frigoríficos",molhado normalmente no piso,e arrepiante na temperatura ambiente,mas pois...aí não há nenhum portão...
Bom,mas o que lá vai,lá vai,e como ultimamente o acerto é mais presente nas decisões de gestão desta Sala de Visitas da Figueira da Foz,foi com uma satisfação humilde,que pela minha parte,hoje na surpresa vi os três portões abertos até ás 18 horas,a não ser que por agora eu a falar,voltem atrás com a história,na certeza porém,que estes pontos somados a outros,já ninguém mos rouba,e ainda até que amanhã possa morrer sem uma estátua há porta do Mercado da Figueira.
Desistir...nunca,
porque a verdade não se planeia,
acontece...
Obs:
Um funcionário fecha um Portão,
do mesmo jeito que fecha três,
e nem por isso suará por demais a camisa...
custcruz

domingo, 16 de abril de 2017

Nunca é tarde para refletir...


Um Domingo de PÁSCOA,mais uma oportunidade para a reflexão humana,onde as cores da vida se distribuem por todos,consoante o que todos também quiserem do mundo.
Nunca tudo mudará,mas muito poderá ser diferente,como desistir será seguramente o fim que não poupará ninguém,ama pela continuidade,e o teu filho sorrirá,o teu neto continuará a acreditar,o teu amigo ficará com a certeza de que esse sentimento é mesmo verdadeiro,e o maior segredo para espalhar a felicidade aos quatro cantos do MUNDO.
Uma boa PÁSCOA para aqueles que já se acompanham,os votos sinceros pelo desejo de que o esquadrão da Amizade cresça a olhos vistos.

custcruz

sábado, 15 de abril de 2017

Porque uma imagem vale mesmo muito mais que mil palavras...

Foto Luis Filipe Barraca Pereira

Uma foto notável,
onde se precipita a paixão por tudo e por quem lhe diz muito mais que o suficiente para se ser feliz.

Depois,
o olhar que em desafio se esconde da presença,
mas não se desliga de um enredo de vida que se quer elevar ao lugar que mais merece uma verdadeira família,
onde existem amigos irmanados em um só,
e que se estendem apaixonados,buliçosos e alegres nos braços da alma Buarcosense.

Os raios de sol,
apontam num todo para um "palco de sonhos",
mas distribuem-se paulatinamente e em redor dos que lhe fazem bater o coração,
como que dando ênfase a uma estrela que pertence à essência de quem a reconhece,
e se identifica com aquele azul do céu,
enquanto fundo de um casario onde a história está colorida com a irreverencia limada dos taraus,
e em uma sincronia sempre aplaudida pelas ondas do Mar.

Ouvem-se os gritos por "uma bola em sobressaltos",
finta-se o destino em lances desafiantes,
constrói-se na arte o viver de uma vitória que sempre servirá para honrar a tradição.

Ó Buarcos lindo,
berço que me tocou no "alto de um forno",
e assim inseparável me faz aquecer entre ti e o amor que tenho por aquela Figueira doce e amiga,
que na tua sombra histórica,
se projetou para completar a emoção perfeita entre a pujança do mar,e a brandura do rio.

Uma foto são muito mais que mil palavras,
às quais todos nos podemos entregar na procura da definição que melhor nos atinja a alma.
Voar é um sonho,
onde no cruzamento com o que se sente,
as asas nos fazem pular quase sem se ver,
desligando-nos do mundo menos interessante,
e dando-nos a paz que mais procuramos...

custcruz


(Obrigado Luis Filipe Barraca Pereira,
por teres feito a introdução(imagem) deste meu simples texto).
Abraço.

domingo, 9 de abril de 2017

Alarme no Mercado da Figueira...

Calma,
foram apenas mais duas ocorrências daquelas a que depois de 2013 se tornaram já tão caricatas quanto inadmissíveis,à luz de uma logica organizativa que se impunha eficiente e ao encontro de uma obra que se renovou,mas que é "refletida lentamente",numa lógica de uma gestão que lhe pudesse arvorar o mais possível a importância que inegavelmente tem para os Figueirenses,e principalmente para quem nos visita.
Foi neste Domingo,dia 09 de Abril de 2017,que com o brilho do "Jardim da Páscoa",se movimentaram junto ao Mercado da Figueira,uma mar de gente,e assim,os espaços comerciais inseridos no Engenheiro Silva,transbordaram de clientes,o que na utilização dos espaços sanitários,deu mais uma embrulhada,com um homem a ficar confuso com as indicações das portas reservadas a homens e mulheres,e a criar casualmente um mau estar no encontro imprudente para as necessidades daquele momento.
Enfim,e pior do que isso,contornou no que é muito fácil em improducência,uma simples grade que pressupostamente limita movimentos para outros espaços do Mercado,e vai daí,colocou os alarmes de goelas abertas,lançando um pânico prontamente minorado pela rapidez da ação da Proteção Civil,e da Policia de Segurança Pública,
que correram para a zona critica,e detetaram as mesmíssimas razões com as quais já têm sido confrontados tantas vezes e ao longo destes últimos quatro anos.
Sim,é claro,eu não tenho credibilidade na notícia,porque sou muito mal educado,insurreto,e sobretudo injusto nas minhas reclamações,chamo nomes a gente de postura distinta,e agora até não me calo,mesmo ameaçado com uma multa de 800 euros,por ser mentiroso,e negar uma imagem que não é de hoje que a arquitetam,lá saberão eles porquê,e para quê...
Desculpem o desabafo,mas é difícil conter a verdade perante as evidencias que me fazem rodear de ódios,o certo mesmo,é que a Policia tomou conta da ocorrência,a proteção cansada do "vai e cem"...,mostrava-se inconformada com a falta de medidas que evitem desenlaces que não dão em nada,mas quem sabe se por cansaço,quando for preciso,e por falta de confiança no alarme,se acabe mesmo por chegar tarde...
Uma grade daquelas,as que são colocadas para vedar o espaço,não dão com nada,basta uma criança na tranquilidade da sua irreverencia,transpor o enorme vazio circundante,e o disparo sonoro é mais do que certo,e mais agora,que ainda assim e curiosamente,andam a aprumar os perímetros de segurança.
De uma vez por todas,os desenhos que estão nas portas dos sanitários,têm que ser complementados na simplicidade das letras que em Português definem,Homem,Mulher...ou Extra-Terrestre,sim...porque vale mais ter um dos espaços "ás moscas",do que incentivar misturas que um dia destes podem ser mal interpretadas,e transformar um âmbito mesmo que pouco definido,num "ringue de batatada".

Vá lá,se Man,em inglês,tem um M de mulher em Português,e se Women,tem em inglês um generalizado W de WC,sugiro que não se complique com uma solução onde a engenharia estética se perca,e assim,se faça honra àquele  "Canto Lusitano",com o cardápio que nos define e nos identifica,bem em Português,e na procura da essência que também caracteriza aquele espaço como um "Retiro do POVO"...

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Os Partidos cada vez mais descredibilizam o sistema Político,e a Ana vira a causa...haja vergonha...


"As listas de independentes, são o maior atentado à democracia e à cidadania, porque o único objectivo que os move é enfraquecer os partidos."

Ana Catarina Mendes - Secretária Geral Adjunta do PS

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Mercado da Figueira:notícia extra...

Quando surge o anseio de divulgar "boas notícias",e estas até surgem como que por encantamento,feliz fico,por contrariamente há imagem que alguns tentam desenhar do ser que eu sou,me alicerçar na prática com o sentido de justiça capaz de não cair na patetice da incoerência desonesta,onde com a má intencionalidade das questões,me agarre a perseguições doentias,e incapazes de disfarçar a palidez da consciência.
De facto,
e depois de o Mercado da Figueira,ter sido alvo de uma restruturação física,e isto já lá vão perto de quatro anos,é com satisfação que no que diz respeito "às pequenas coisas",e agora,estejam a ter um outro tratamento,numa lógica de serviço público,que até aqui demorou em um tempo considerável a acertar para o bem do bom funcionamento desta "Sala de Visitas da Figueira da Foz".
Ora bem,
foram quatro anos,com quatro Verões a sucederem-se uns aos outros,com quatro invernos onde a credibilidade deste espaço centenário,se afirmou como uma opção que por mais que a tentem denegrir,se efetiva também como uma mais valia,que Portugueses e Estrangeiros nunca abdicam de colocar nos seus roteiros turísticos,
No entanto,
e para isso,não havia necessidade de se lhes colocar desafios incongruentes,onde a prática das orientações dos movimentos dos visitantes dentro do espaço,não fossem obstruídos durante todo este tempo,por uma lógica de conformismo,naquilo que se estabeleceu em sinaléticas,e que de uma forma no minimo estranha,por exemplo,quem entrasse no Mercado,e se por acaso estivesse aflito para urinar ou defecar,teria que se confrontar com orientações ou encaminhamentos sinaléticos perfeitamente desajustados,e sem a eficiência capaz de impedir que os clientes das duas uma,
ou tivessem que perguntar a quem por acaso soubesse,ou em ultimo caso,por ter fraudas,se ajeitasse numa solução alternativa,que de certo não seria agradável de suportar para o resto da visita,a este "Canto Lusitano",que já perfaz mais,mas mesmo mais,de 100 anos.
Depois,
de quem responsável ter recebido múltiplas queixas verbais da dita evidencia mal estruturada,e mesmo escritas,por inclusive clientes usarem o Livro de Reclamações de espaços comerciais ali inseridos,e que encaminharam essa participação como disse a quem coordena e gere o Mercado,agora,e acredito que depois de uma reflexão aturada,e então,ao fim de quase 4 anos,fez resultar finalmente na colocação de sinais de ajuda orientativa,como o de WC,
em zonas mais próximas dos três espaços de sanitários possíveis,no Piso 0 e Piso 1,e inclusive em troca de uma primeira solução,onde se usavam folhas A4,fornecidas e alinhavadas pela Câmara,com indicações escritas e afixadas nos vidros e módulos comerciais,o que não era e nem podia ser minimamente aceitável,como um lugar apropriado para a visualização de quem quer que fosse,ou que primasse no conveniente cuidado estético deste espaço comercial.
De assinalar também,a boa ideia recente,de se colocarem expositores em cada entrada,com indicações inseridas (escritas) da Password do Mercado,que até ali,eram também afixadas em fotocópias,e que desapareciam mesmo que bem marcadas com fita cola,e que só não deixavam de servir no auxilio tecnológico do cliente,porque um dado concessionário de um mau feitio publicitado,metia dinheiro do seu bolso,tirava fotocópias no Quiosque Jardim,e voltava a afixar para bem de todos,e de uma superfície tradicional que ele até diz que adora.
Quanto aos finais de tarde,onde curiosamente e pela instalação sonora,se precipitava a missa católica que uma dada estação radiofónica transmite há hora certa,e porque finalmente se deve ter acreditado que deveria ser desadequado,
 e mesmo ofensivo na falta de respeito pela multiplicidade religiosa dos seres que por ali pudessem surgir,também já era...e ainda bem...
Há...e já agora:

Por favor,
tentem analisar e acabar com as incidências facilmente comprováveis,de que há falta de eficiência comunicativa do desenho de origem espanhola colocado nas portas dos sanitários,e que faz resultar em que por bastas vezes na casa de banho das senhoras,surjam Homens,e na dos Homens,se misturem senhoras.
Obrigado pela atenção!

custcruz


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Cinco de Abril,lágrimas mil...



Esgotam-se-me as palavras,
conformo-me com o destino de vida,
ilumino as memórias,
e abraço-as com uma saudade cada vez maior...

 Afago aquele teu sorriso,
que tantas vezes me aqueceu a alma,
recordo as tuas expressões de vida,
que tanto me ensinaram a caminhar...

Beijo-te vezes sem fim,
por nunca deixar de sentir a tua pele macia,
o teu coração a bater ao lado do meu,
entre o respirar que já não soa,
mas nunca me abandona no que sinto...

É no silencio que me refugiu,
por uma solidão que não a é por estar contigo,
e ainda que apenas te veja ao longe,
bem perto te toco pelo sonho que também sempre nos juntou...

Adoro-te minha querida Mãe...

custcruz

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Que grande Macacada...



O Futebol foi assaltado por tudo aquilo tomou conta de um País,tudo o que provoca esquecimentos uns atrás dos outros,mas que dá tanto dinheiro e destrói cérebros por conveniência...
Este mundo está perdido,porque entre a mentira e a verdade,o pior mesmo é que existe muito fumo nestas carolas desmioladas.
A Justiça neste País não funciona de forma capaz,muitos dos que defendem um cliente,fazem acreditar em tudo o que for preciso para o ilibar,quem executa a lei,filosofa a torto e a direito para não encontrar "uma linha reta",e um dia destes esta figurinha deprimente volta a estar em cena,se possível a sorrir deste vídeo,sendo mesmo idolatrado pelos ultras falsificados na alma.




MaisFutebol cita uma entrevista à SIC e escreve que o jogador não se lembra de ter dado uma "joelhada" ao árbitro. De agarrar, sim. Mas não da agressão.
"Não me lembro de o ter agredido. Foi o empurra aqui e ali. Lembro-me de agarrar o árbitro, mas não sei como aconteceu aquilo. Você [para a jornalista da SIC] está a dizer que foi uma joelhada... talvez fosse. Se for esse o caso, eu queria mesmo pedir desculpa ao árbitro, à respetiva família e aos portugueses", explicou Marco Gonçalves.
Apesar do incidente, o avançado de 34 anos considera que foi indevidamente admoestado pela entrada que lhe valeu o cartão vermelho e consequente expulsão. Além de que tudo se desencadeou porque o adversário terá partido para a ofensa verbal.
"Disse-me: 'Seu filho da p***. Morte à tua mãe!' Pegámo-nos aí, meti-lhe o braço e ele atira-se para o chão, como os bebés fazem, a chorar. O senhor árbitro começa então a correr em direção a mim, do nada, e saca logo do vermelho", justificou.

Lembra-se de tudo...mas depois apagou-se...

domingo, 2 de abril de 2017

Sintetizando o Benfica 1 F.C.Porto 1...




Primeira parte equilibrada,com a eficácia da águia a marcar a diferença num golo de grande penalidade bem assinalada...


Entrada estrondosa do Dragão no primeiro quarto de hora da segunda parte,com o empate a surgir previsível e sem apelo nem agravo...

Embora só depois,a resposta Benfiquista catapultou-se a preceito,com uma maior dinâmica ofensiva até final do jogo,e oportunidades suficientes para que o destino deste campeonato ficasse traçado em favor do atual líder desta competição...

Ederson e Casilhas,foram estrelas cintilantes quando preciso foi,sendo que o Espanhol,foi mais solicitado por força de um Benfica mais forte em mais tempo de jogo.
Mais um confronto em que o artificio das simulações interpretado pela "palhaçada" que cada vez mais graça no futebol português,criou lances duvidosos,mas que por decisões capazes não manchou a verdade do jogo,ainda que aquele lance tirado a Jota do F.C.P. aos 80 minutos,deixá-se algumas dúvidas...
Momento caricato da partida:
Quando Jonas aproveitou para se estatelar contra quem o dispensou no Valencia,e ao bastante brilho que teve na sua atuação global,juntou-lhe assim salpicos de um mau feitio que já lhe é reconhecido...
Para a história fica um empate que lança o campeonato num frenesim estonteante,na certeza porém,que candidatos só há dois,e logicamente é entre estes que as atenções se irão dividir,e fazer centrar na procura de quem se vai rir no fim...
custcruz

sexta-feira, 24 de março de 2017

Silencio calmo...



Vê-se bem,
e não se ouve,
espalha-se na alma,
e não a faz perder,
brilha sem sobressaltos,
mas marca no bater do coração...

Silencio calmo,
conselheiro para um só sentido,
luz resplandecente para uma só razão...

custcruz

domingo, 19 de março de 2017

Um dia diferente em tantos de enorme felicidade...


Sem a sua companhia não era a mesma coisa,o PAI que foste em vida brilhou muito pelo equilíbrio perfeito das emoções que um dia vocês escolheram juntar.
Por aí,também se rasga agora um raio de uma estrela que continuarei sempre a perseguir,e onde de certo ambos estão muito atentos ao trilho que cada um dos que tanto amam,reconheça nas valorosas lições que deixaram,o sonho que por si podem seguir.
Sim,PAI,hoje é o teu dia,e a minha prenda é não te afastar no pensamento de quem tanto amas-te e continuas a amar,é fazer perceber o quanto fomos uma família que se quis e se quer no destino feliz da eternidade.
BEIJO enorme que vos aconchegue aos dois,ABRAÇO poderoso que simbolize a garra e a pujança com que me ensinas-te a viver a vida.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Inteligente de mais para ir para o céu...

Vive-se num  permanente processo evolutivo,e não há tempo para descontinuar o instinto da mente,se há luz de uma conquista se opõe uma outra dificuldade,é a sua própria razão que impulsiona a procura de um final que nunca o é,pois insaciável pela verdade que o assiste,só tolera para viver com os pés em terra,mas nunca para hipotecar a sua consciência.
O arrepio controla-se,mas como espaço refletivo para prosseguir num orgulho que por mais que o esconda,é o segredo para abraçar uma diferença que espanta,que convence e desafia quem não a aceita,e por isso não reflete o eco imediatista de uma conclusão que se imponha com a naturalidade das coisas.
O sonho centra-se quase sempre em encontrar o porquê e o que o justifique,mas quando o artificialismo se interpõe numa perfeição inconsequente,a revolta toma conta do seu mundo,porque por tão pouco,não se evolui em direção a um horizonte justo e convincente para com quem honra a verdade.
Contrariado e moribundo,mesmo que a fé se dissipe,é impensável que a derrota se imponha,e assim de olhos fixos no "corvo negro",segue-se-lhe o rasto numa derradeira investida,que não tem nada que saber,mas tem tudo com que quem o pensa,mas o pode perder sem apelo nem agravo.
Cismá-lo já é um pecado,deixar de profetizar a palavra de Deus é a maior cedência para com quem sempre viveu nesse desafio,porque por ser inteligente nunca lhe fez motivar a alma,ainda que esse extremo seja mais do que uma incógnita na certificação do bem que se deseja.
Restará também sempre uma fé,que se não se precipitar através da religião.o possa salvar com o que se é capaz,mesmo até que se perca o céu...

custcruz

quarta-feira, 15 de março de 2017

Este não aprendeu isto na Universidade de Bolonha...


Pierluigi Collina
Árbitro
Pierluigi Collina é um ex-árbitro italiano de futebol. Atualmente, é dirigente arbitral, inscrito na seção Associação Italiana de Árbitros de Viareggio. Wikipédia
Nascimento13 de fevereiro de 1960 (57 anos), Bolonha, Itália
Altura1,88 m
EducaçãoUniversidade de Bolonha (1984)

Os competentes marcam sempre a diferença,pois afinal seria fácil solucionar "o imbróglio",admoestava o jogador prevaricador,e colocava o jogador no minimo sob a ameaça da expulsão,o jogo poderia ficar desequilibrado numericamente, e o problema era só mesmo do causador,fácil... Ou seja,agindo o árbitro sem qualquer tipo de tolerância e risco de empreendedorismo moral,passava-se à frente,e não se semeava qualquer oportunidade de remissão momentânea.
O ser humano também se arrepende,ou melhor,até tem a oportunidade de o fazer,e só quem é inteligente emocionalmente,e corajoso na imposição pedagógica,consegue que quem está a falhar coloque "o rabo entre as pernas", e aceite continuar no "jogo da vida e do futebol",mediante as regras mais equilibradas. Digo mais,é com esta aproximação emocional que muitas vezes se ganham os melhores amigos,porque este não alinhou em colocar ninguém de fora,ainda que os apelos interessados do adversário sejam mais que muitos. Como o ser humano também tem a faculdade de reconhecer,se não for prepotente e burro ,claro está,vai de certo agradecer o tipo de liderança firme e amiga de quem como digo não o exclui à primeira. É...sei bem do que estou a falar,e sabem que mais,estou-me bem nas tintas para os pedagogos da treta,e que hoje por aí aparecem no espetáculo de lançamento de "obras escritas",pois para defenderem e excluírem a provável violência,tornam-se retilíneos na analise das emoções,e assim,nem reparam,nem dão importância ao sinal de condescendência momentânea,que resulta num equilíbrio capaz,em detrimento de uma revolta precipitada e inconsciente. 
 custcruz